Voto de pesar pelo homicídio do padre José Manuel de Jesús Ferreira

O Partido Socialista na Assembleia da República apresentou um voto de pesar pelo falecimento do Padre José Manuel de Jesús Ferreira. "Os níveis de violência e criminalidade elevados, aos quais a comunidade portuguesa está exposta em virtude da sua importante atividade económica, vitimam regularmente centenas de cidadãos na Venezuela. Lamentavelmente, nos últimos anos, a crise política, social e económica tem se agravado na Venezuela e, por consequência, a criminalidade tem aumentado muito, ocasionando milhares de vítimas naquele país", refere a nota emitida pelos socialistas. "Dentre estas inúmeras vítimas fatais, no último dia 20 de outubro de 2020, foi assassinado o padre José Manuel de Jesus Ferreira, 39 anos, luso-venezuelano, filho de pais madeirenses, naturais de Câmara dos Lobos, morto ao tentar proteger alguns paroquianos de um grupo de assaltantes, segundo testemunha que estava, naquele momento, na igreja de San Juan Bautista, em San Carlos, estado de Cojedes, na Venezuela. O padre José Manuel de Jesús Ferreira viveu cerca de dez anos em Mariara, no estado de Carabobo, depois foi transferido para a cidade de San Carlos, onde foi responsável por várias paróquias", pode ler-se no documento subscrito pelos deputados Paulo Porto; Paulo Pisco; Lara Martinho; Marta Freitas e Romualda Fernandes. "O Grupo Parlamentar do PS acompanha atentamente e com grande preocupação esta grave situação que vive o povo da Venezuela e toda a comunidade portuguesa residente naquele país, manifestando suas condolências à família do padre José Manuel de Jesús Ferreira, bem como a todas as famílias das vítimas de violência na Venezuela, lamentando, ainda, profundamente, que tal situação tenha se agravado nos últimos anos. Diante do exposto, a Assembleia da República vem manifestar sua preocupação com a grave situação que atravessa a Venezuela e transmitir suas condolências à família do padre José Manuel de Jesús Ferreira e aos seus paroquianos, bem como às famílias das vítimas da violência na Venezuela".

Voto de pesar pelo homicídio do padre José Manuel de Jesús Ferreira
O Partido Socialista na Assembleia da República apresentou um voto de pesar pelo falecimento do Padre José Manuel de Jesús Ferreira. "Os níveis de violência e criminalidade elevados, aos quais a comunidade portuguesa está exposta em virtude da sua importante atividade económica, vitimam regularmente centenas de cidadãos na Venezuela. Lamentavelmente, nos últimos anos, a crise política, social e económica tem se agravado na Venezuela e, por consequência, a criminalidade tem aumentado muito, ocasionando milhares de vítimas naquele país", refere a nota emitida pelos socialistas. "Dentre estas inúmeras vítimas fatais, no último dia 20 de outubro de 2020, foi assassinado o padre José Manuel de Jesus Ferreira, 39 anos, luso-venezuelano, filho de pais madeirenses, naturais de Câmara dos Lobos, morto ao tentar proteger alguns paroquianos de um grupo de assaltantes, segundo testemunha que estava, naquele momento, na igreja de San Juan Bautista, em San Carlos, estado de Cojedes, na Venezuela. O padre José Manuel de Jesús Ferreira viveu cerca de dez anos em Mariara, no estado de Carabobo, depois foi transferido para a cidade de San Carlos, onde foi responsável por várias paróquias", pode ler-se no documento subscrito pelos deputados Paulo Porto; Paulo Pisco; Lara Martinho; Marta Freitas e Romualda Fernandes. "O Grupo Parlamentar do PS acompanha atentamente e com grande preocupação esta grave situação que vive o povo da Venezuela e toda a comunidade portuguesa residente naquele país, manifestando suas condolências à família do padre José Manuel de Jesús Ferreira, bem como a todas as famílias das vítimas de violência na Venezuela, lamentando, ainda, profundamente, que tal situação tenha se agravado nos últimos anos. Diante do exposto, a Assembleia da República vem manifestar sua preocupação com a grave situação que atravessa a Venezuela e transmitir suas condolências à família do padre José Manuel de Jesús Ferreira e aos seus paroquianos, bem como às famílias das vítimas da violência na Venezuela".