Aproveitamento dos fundos comunitários na Madeira está 10ima da média nacional, diz PSD

Segundo comunicado do PSD, nos últimos quatro anos foram aprovados 3.200 projetos, no valor de 80 milhões de euros, permitindo a criação de 1.500 novos postos de trabalho e a manutenção de outros 45.000. “O aproveitamento dos fundos comunitários...

Aproveitamento dos fundos comunitários na Madeira está 10ima da média nacional, diz PSD
Segundo comunicado do PSD, nos últimos quatro anos foram aprovados 3.200 projetos, no valor de 80 milhões de euros, permitindo a criação de 1.500 novos postos de trabalho e a manutenção de outros 45.000. “O aproveitamento dos fundos comunitários na Região continua na linha da frente, com uma taxa de execução 10% acima da média nacional. Nos últimos quatro anos foram aprovados 3.200 projetos no valor de 80 milhões euros, o que permitiu a criação de 1.500 novos postos de trabalho e a manutenção de outros 45.000”, lê-se em nota de imprensa do partido. Carlos Rodrigues, acrescenta a mesma nota, falava esta quarta-feira, durante uma visita do Grupo Parlamentar do PSD/Madeira na Assembleia Regional à empresa J. Faria & Filhos, Lda, sublinhando o papel preponderante do Governo Regional na criação do atual clima de confiança que resultou em mais investimento, empresas mais robustas e mais emprego. “Uma das vertentes utilizadas para a canalização dos fundos comunitários, tem sido através dos sistemas de incentivos direcionados às empresas. Se associarmos esta política à baixa de impostos, no que respeita à taxa de IRC – que é a mais baixa do País –, o resultado que temos, nos últimos quatro anos, é um sector empresarial mais robusto, mais preparado e que respira mais confiança”, referiu. O deputado social-democrata sustentou ainda que estas políticas dão garantias para que a Região tenha uma economia melhor preparada para enfrentar os desafios futuros e as normais oscilações dos mercados. “O Governo Regional garantiu que os apoios que existiam eram canalizados e dirigidos às empresas, criou um ambiente de confiança de forma a que as empresas e os investidores pudessem apostar e desenvolver os seus projetos”, disse Carlos Rodrigues, exemplificando com o encurtar do prazo de pagamento aos fornecedores, que neste momento é inferior a 60 dias e o mais baixo do país. “Quem cria emprego direto são as empresas, mas para que as empresas possam criar emprego precisam de viver num clima de confiança”, lembrou, considerando que a diminuição da taxa de desemprego de 16% para 7% entre 2015 e 2019, deverá ser encarada como “uma tarefa que todos nós, enquanto sociedade, temos de nos orgulhar.” Por isso, o parlamentar do PSD/M diz não entender a postura de alguns partidos que por “desespero”, “ilusão” ou “falta de argumentos”, tenta lançar “nuvens de poeira” sobre as conquistas da Região. “Contra os números do INE e da Direção Regional de Estatística não há nada a fazer. Acho pouco responsável fazer esse tipo de afirmações”, concluiu.