No âmbito do “Dia da Infantaria”, comemorou-se hoje, no Regimento de Guarnição Nº3, o aniversário da referida arma. As comemorações foram presididas pelo Comandante da Zona Militar da Madeira, e tiveram como momento emblemático, a Cerimónia...
No âmbito do “Dia da Infantaria”, comemorou-se hoje, no Regimento de Guarnição Nº3, o aniversário da referida arma.
As comemorações foram presididas pelo Comandante da Zona Militar da Madeira, e tiveram como momento emblemático, a Cerimónia de Homenagem aos Infantes Mortos em defesa da Pátria, junto ao monumento evocativo, no interior do Regimento de Guarnição N.º3 que é fiel depositário das tradições da Infantaria na Madeira.
A prece de homenagem aos mortos foi proferida pelo Padre Carlos Almada da Diocese do Funchal, na presença dos infantes que prestam serviço nas diversas unidades da Zona Militar da Madeira.
O dia da Infantaria, 14 de agosto, foi determinado historicamente pelo dia da Batalha de Aljubarrota, onde as tropas portuguesas com aliados ingleses, comandadas por D. João I de Portugal e o seu condestável D. Nuno Álvares Pereira, e o exército castelhano e seus aliados liderados por João I de Castela.
A Batalha de Aljubarrota foi uma das raras grandes batalhas campais da Idade Média entre dois exércitos régios e um dos acontecimentos mais decisivos da história de Portugal. Inovou a tática militar, permitindo que homens de armas apeados fossem capazes de vencer uma poderosa cavalaria. No campo diplomático, permitiu a aliança entre Portugal e a Inglaterra, que perdura até hoje. No aspeto político, resolveu a disputa que dividia o Reino de Portugal do Reino de Castela e Leão, abrindo caminho sob a Dinastia de Avis para uma das épocas mais marcantes da história de Portugal, a era dos Descobrimentos.
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