Inércia do Governo atrasa processo de integração do Farol de São Jorge no património da Região, diz CDU
Inércia do Governo atrasa processo de integração do Farol de São Jorge no património da Região, diz CDU
A CDU esteve esta quinta-feira na freguesia de São Jorge, para defender a utilidade pública das instalações contíguas ao Farol de São Jorge e criticou a inércia do Governo Regional em garantir que esta infraestrutura passe a fazer parte do...
A CDU esteve esta quinta-feira na freguesia de São Jorge, para defender a utilidade pública das instalações contíguas ao Farol de São Jorge e criticou a inércia do Governo Regional em garantir que esta infraestrutura passe a fazer parte do património da Região.
“Com a intervenção decisiva da CDU, foi possível na Assembleia da República, aprovar uma resolução que garantia a transferência das infraestruturas contíguas ao Farol de São Jorge, que estão ao abandono e sem qualquer utilização por parte do Estado e do Ministério da Defesa para o património da Região Autónoma da Madeira, dando assim uma utilidade pública com o objectivo de melhorar as condições de vida das populações", disse Ricardo Lume, acrescentando, no entanto, que "passado mais de um ano tudo continua na mesma".
"Questionando o Governo da República sobre que diligências foram já desenvolvidas para dar comprimento à resolução, foi referido que o Ministério que tutela esta infraestrutura aguarda que o Governo Regional da Madeira faça chegar um pedido formal de transferência, para poder dar seguimento ao processo", prosseguiu o deputado, considerando que "esta realidade demonstra a inércia do Governo Regional e do PSD na defesa dos interesses dos madeirenses e porto-santenses".
"Esta infraestrutura poderia estar ao serviço das populações e ter uma utilidade pública, mas o Governo Regional está há mais de um ano para mostrar interesse em que esta infraestrutura passe a ter uma utilidade para as populações", lamentou.
"Infelizmente, este é apenas mais um exemplo que demostra como PSD de Miguel Albuquerque não valoriza infraestruturas públicas que deveriam estar ao serviço das populações", concluiu Ricardo Lume.
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