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Rui Barreto diz que é altura de "acabar com as maiorias absolutas de um só partido"
O candidato do CDS à presidência do Governo Regional afirmou que os madeirenses e porto-santenses estão perante "uma oportunidade para evitar que comunistas, bloquistas e socialistas cheguem ao governo na Madeira", considerando as eleições...
Setembro 18, 2019 03:55
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O candidato do CDS à presidência do Governo Regional afirmou que os madeirenses e porto-santenses estão perante "uma oportunidade para evitar que comunistas, bloquistas e socialistas cheguem ao governo na Madeira", considerando as eleições regionais de 22 de setembro "um momento para acabar com as maiorias absolutas de um só partido".
Com a campanha na reta final, Rui Barreto escolheu o centro do Funchal para contactos com as populações e explicar à s pessoas que se hoje paga muito menos pelos passes sociais, "isso deve-se a uma proposta do CDS e à teimosia" do partido que "andou seis meses pela Região a divulgar a ideia e por isso o PSD e o Governo não puderam recusar".Â
"Há mais 7.300 pessoas a utilizar os passes sociais, e isso é motivo de regozijo porque significa que o CDS faz polÃtica com utilidade para as pessoas", referiu. "A polÃtica serve para corrigir injustiças como aquela que existia com o preço dos passes", sublinhou.
O candidato agarrou a palavra "utilidade" para ir a outro assunto. "O CDS é um partido competente, faz trabalho e apresenta resultados", declarou, para advertir: "Temos que evitar que comunistas e socialistas cheguem ao poder na Madeira e temos de facto uma boa oportunidade para terminar com as maiorias absolutas que se traduzem quase sempre em prepotência e arrogância."
O candidato garante que "o CDS é a mudança segura", julga saber que os madeirenses "são pessoas sensatas, que querem equilÃbrios e moderação, trabalho e competência, é isso que tenho para oferecer e fazer, mais do que prometer," e espera que "o povo reconheça o trabalho que temos feito".
Nos contactos com os eleitores, Rui Barreto esclarece que "o voto no CDS é um voto que não cai em vão, é um voto seguro e útil para fazer cumprir aquilo com que nos comprometemos no nosso programa".Â
Com as sondagens a entrarem na campanha eleitoral, o lÃder do CDS comenta: "Quando os resultados dão o CDS para baixo, eu não fico desanimado, também quando dão para cima, não fico excitado. Mantenho sempre o rumo de quem sabe onde está, o que vale e o que tem para fazer. Vou aguardar serenamente pelo dia 22 . O povo irá falar e dizer o que quer, mas espero que dê muita força ao CDS."
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