3ª edição do Prémio Nacional de Jornalismo de Inovação com candidaturas até 22 de março

Estão abertas, e decorrem até 22 de março, as candidaturas ao Prémio Nacional de Jornalismo de Inovação (PNJI). Criado pela Agência Nacional de Inovação (ANI) para suprir uma lacuna na distinção de trabalhos jornalísticos neste domínio particularmente...

3ª edição do Prémio Nacional de Jornalismo de Inovação com candidaturas até 22 de março
Estão abertas, e decorrem até 22 de março, as candidaturas ao Prémio Nacional de Jornalismo de Inovação (PNJI). Criado pela Agência Nacional de Inovação (ANI) para suprir uma lacuna na distinção de trabalhos jornalísticos neste domínio particularmente importante para a promoção de uma cultura de Inovação em Portugal, o PNJI conta com prémios no valor de 20 mil euros. A terceira edição terá cinco categorias e uma menção honrosa e repete o apoio da Entidade Reguladora para a Comunicação Social e do Sindicato dos Jornalistas. Segundo a ANI, a comunicação da Inovação de base científica e tecnológica enfrenta diversos desafios, nomeadamente a complexidade de comunicar de forma apelativa sem perder o rigor. Contudo, os trabalhos jornalísticos focados na Inovação “Made in Portugal”  têm contribuído para dar a conhecer nacional e internacionalmente novos produtos, serviços, processos e tecnologias desenvolvidas pelos atores do Sistema Nacional de Inovação, nomeadamente pelas empresas e pela sociedade. Com esta 3ª edição, a ANI pretende, tal como acontece noutros países, continuar a dar maior relevância a esta temática, através de uma iniciativa que premeie os melhores trabalhos jornalísticos neste domínio, contribuindo para uma maior visibilidade da Inovação feita em Portugal e do seu impacto económico e social. Os jornalistas têm até às 23h59 de 22 de março para se candidatarem com trabalhos realizados em 2019 e que se insiram nas categorias “Nacional Escrito”, “Nacional Audiovisual”, “Nacional Áudio” e “Nacional Multimédia”. “Regional” é a categoria que distinguirá uma peça desenvolvida para um meio de âmbito local. A ANI vai premiar os vencedores com quatro mil euros por categoria. Também será atribuída a Menção Honrosa Academia com o objetivo de reconhecer os trabalhos jornalísticos produzidos por estudantes de uma instituição de ensino superior portuguesa. A esta categoria será atribuído um troféu. Rui da Rocha Ferreira (Diário de Notícias), Joana Ascensão (V digital), Inês Rocha (Renascença) e José Furtado (Reconquista) foram os vencedores do ano passado. Com a reportagem “Um dia o smartphone vai salvar-lhe a vida”, Rui da Rocha Ferreira, à altura jornalista do Diário de Notícias, venceu o PNJI na categoria “Nacional Escrito”. Na vertente “Nacional Audiovisual”, Joana Ascensão, então integrada na equipa do V Digital, canal de vídeo digital da Globalmedia Group, foi distinguida pela reportagem “Os incêndios matam abelhas. Isso afeta-nos mais do que pensa”. Na categoria “Nacional Multimédia”, Inês Rocha venceu com o trabalho “Como os algoritmos podem ajudar a salvar o mundo” publicado no website da Renascença, e José Furtado, jornalista da publicação regional do distrito de Castelo Branco, Reconquista, foi distinguido com a  reportagem “Tecnologia não assusta idosos de Escalos de Baixo”. Filipe Rodrigues Ferreira, com o trabalho “Antiga aluna da FEUP lança campanha de crowdfunding de cosmética vegan e biológica”, publicado no JornalismoPortoNet  e Adriano Cerqueira, do programa 90 segundos de Ciência, transmitido na Antena 1, levaram para casa as menções honrosas “Academia” e “Blog/Podcast”, respetivamente.