43.000 em lay-off preocupam José Manuel Rodrigues

José Manuel Rodrigues visitou na manhã desta sexta-feira as Cáritas, inteirando-se do trabalho que ali vem sendo realizado, não só nas habituais ajudas diárias, mas essencialmente no âmbito dos apoios ‘covid’. Com D. Nuno Brás, bispo do Funchal, e Duarte Pacheco, presidente da Cáritas, a fazerem as honras da casa, o presidente da Assembleia Legislativa da Madeira não escondeu a sua preocupação com o momento que se vive, num contexto em que, tudo aponta, se assista a uma agudização dos problemas sociais. De resto, José Manuel Rodrigues espelhou preocupações acrescidas pelo facto de “43.000 trabalhadores madeirenses estarem por estas altura na situação e lay-off” salientando o “espírito de colaboração e cooperação entre todas as entidades’ por forma a acudir às necessidades que vêm aí. “Fiquei perplexo”, disse José Manuel Rodrigues acerca daquele número.  A Cáritas é uma das IPSS envolvida na gestão do Fundo de Emergência Social, disponibilizado pelo Governo Regional, num plafond de 500 mil euros para ser ‘distribuído’ até 31 de dezembro, sob as mais diversas formas. Nesta altura a execução é ainda bastante residual, na forma de cerca de 700 mil euros. Duarte Pacheco explica que haverá muito vigor nessa gestão, explicando que, no que toca, por exemplo, aos apoios de pagamentos de rendas, “há muitos inquilinos sem contrato, sem recibos”, assim explicando que nesta fase inicial o processo não tenha ainda entrado em velocidade cruzeiro. Já D. Nuno Brás, verifica que haverá muita gente da classe média envolvida, “que não está acostumada à caridade”, crendo que “só irão pedir em última circunstância e constando que essa última circunstância irá se iniciar agora. Unanimidade entre os três interlocutores é que as autoridades regionais vêm gerindo bem os acontecimentos, não só nas medidas de prevenção, mas também nos apoios e que a crise social praticamente ainda não começou.

43.000 em lay-off preocupam José Manuel Rodrigues
José Manuel Rodrigues visitou na manhã desta sexta-feira as Cáritas, inteirando-se do trabalho que ali vem sendo realizado, não só nas habituais ajudas diárias, mas essencialmente no âmbito dos apoios ‘covid’. Com D. Nuno Brás, bispo do Funchal, e Duarte Pacheco, presidente da Cáritas, a fazerem as honras da casa, o presidente da Assembleia Legislativa da Madeira não escondeu a sua preocupação com o momento que se vive, num contexto em que, tudo aponta, se assista a uma agudização dos problemas sociais. De resto, José Manuel Rodrigues espelhou preocupações acrescidas pelo facto de “43.000 trabalhadores madeirenses estarem por estas altura na situação e lay-off” salientando o “espírito de colaboração e cooperação entre todas as entidades’ por forma a acudir às necessidades que vêm aí. “Fiquei perplexo”, disse José Manuel Rodrigues acerca daquele número.  A Cáritas é uma das IPSS envolvida na gestão do Fundo de Emergência Social, disponibilizado pelo Governo Regional, num plafond de 500 mil euros para ser ‘distribuído’ até 31 de dezembro, sob as mais diversas formas. Nesta altura a execução é ainda bastante residual, na forma de cerca de 700 mil euros. Duarte Pacheco explica que haverá muito vigor nessa gestão, explicando que, no que toca, por exemplo, aos apoios de pagamentos de rendas, “há muitos inquilinos sem contrato, sem recibos”, assim explicando que nesta fase inicial o processo não tenha ainda entrado em velocidade cruzeiro. Já D. Nuno Brás, verifica que haverá muita gente da classe média envolvida, “que não está acostumada à caridade”, crendo que “só irão pedir em última circunstância e constando que essa última circunstância irá se iniciar agora. Unanimidade entre os três interlocutores é que as autoridades regionais vêm gerindo bem os acontecimentos, não só nas medidas de prevenção, mas também nos apoios e que a crise social praticamente ainda não começou.