“A ditadura tomará conta da Venezuela no dia em que se deixar de falar nela”

“O dia em que se deixar de falar da Venezuela, nesse dia, a ditadura tomou conta da Venezuela”, afirmou, com convicção, uma das responsáveis por nova manifestação em prol de uma Venezuela livre, esta tarde, no Largo do Município. Lídia Albornoz...

“A ditadura tomará conta da Venezuela no dia em que se deixar de falar nela”
“O dia em que se deixar de falar da Venezuela, nesse dia, a ditadura tomou conta da Venezuela”, afirmou, com convicção, uma das responsáveis por nova manifestação em prol de uma Venezuela livre, esta tarde, no Largo do Município. Lídia Albornoz deixou o seu país há duas décadas, mas continua a preocupar-se com ele e com as pessoas que lá vivem, “como se tivesse saído ontem”. “Estamos à espera que aconteça o milagre da saída de Maduro. Na Madeira, já há 11 anos que, de maneira pacífica, vimos manifestando a nossa fúria, porque é mesmo uma ira contra este homem que está, neste momento, como ditador na Venezuela”, disse, ao JM. “A Venezuela, o povo, o mundo está calado, e Nicolás Maduro está a fazer aquilo que lhe apetece”, lamentou. Rodeada por cerca de 70 pessoas, com cartazes a pedir uma ‘Venezuela livre’, para que ‘Maduro renuncie’ e para que parem as mortes, torturas e a ditadura, Lídia Albornoz admitiu que gostaria de ter visto uma maior adesão de pessoas a esta manifestação.   “Magoa-me imenso que esta Praça não esteja cheia, é verdade, mas vamos continuar a lutar e não vamos baixar os braços. Enquanto houver ditadura na Venezuela, eu, Lídia Albornoz, vou continuar a lutar”, garantiu, num evento que também contou com a organização de José Carlos Fernandes e Ivett Abreu.