"A redução dos juros da dívida só foi possível graças ao PSD", diz Sara Madruga da Costa

“Ao contrário do que outros afiançam, a recente redução da taxa de juro da dívida deve-se ao trabalho do PSD, não tem nada a ver com António Costa nem muito menos com o trabalho dos deputados do PS na Assembleia da República, até porque esta...

“Ao contrário do que outros afiançam, a recente redução da taxa de juro da dívida deve-se ao trabalho do PSD, não tem nada a ver com António Costa nem muito menos com o trabalho dos deputados do PS na Assembleia da República, até porque esta redução só foi possível porque o PSD exigiu uma segunda votação ao Orçamento do Estado para fazer aprovar essa redução. Se o PSD não tivesse exigido essa segunda apreciação não teríamos, neste momento, uma taxa de juro mais baixa”. A afirmação é de Sara Madruga da Costa que, em mais uma ação de campanha para as Legislativas do próximo dia 6 de outubro, fez questão de garantir que, tal como nos últimos quatro anos, “o PSD continuará a lutar contra as injustiças de que a Região tem sido alvo por parte da República”, mas, também, contra a mentira dos socialistas que tem sido apanágio deste período eleitoral. Neste caso em particular e garantindo que o PSD não está satisfeito com esta redução, a candidata fez questão de sublinhar que a mesma “poderia ter ido mais longe se tivesse sido aprovada a proposta do PSD, muito mais benéfica para a Madeira”, vincando que, face à taxa de juro que era aplicável até à segunda apreciação do Orçamento de Estado, na ordem dos 3,375, foi o PSD que conseguiu que fosse aprovada uma taxa intermédia de 2,75, ainda assim acima da proposta social-democrata que previa uma taxa de 2,5. “É bom dizer, já o denunciamos ao longo de quatro anos, que não conseguimos perceber esta injustiça em relação à Região. Não conseguimos perceber como é que o Governo da República se financia nos mercados internacionais com taxas de juro à volta de 1% e como é que continuou a exigir, até ao ultimo Orçamento de Estado, uma taxa de 3,375 à Madeira, uma taxa quase quatro vezes superior àquela com que se financia perante a República”, disse a candidata, assegurando que esta será mais uma das batalhas da próxima legislatura. A par destas, enunciou, “na próxima legislatura, queremos continuar o nosso trabalho, assegurar a consagração das nossas especificidades e lutar para que a Região tenha um Sistema Fiscal próprio – que possa proporcionar mais emprego e maior qualidade de vida à Madeira – e, simultaneamente, para que se reponha a grande injustiça que foi feita à Região pelo governo socialista liderado por José Sócrates”. Um governo que, segundo lembrou, fez aprovar uma lei das Finanças Regionais que foi feita de propósito para prejudicar a Madeira e que nos retirou mais de duzentos milhões de euros. Sara Madruga da Costa que, na ocasião, evidenciou alguns exemplos do trabalho que o PSD concretizou, nos últimos quatro anos, em matéria fiscal: “Conseguimos consagrar e lutar para que as nossas especificidades regionais e dos nossos produtos fossem consagradas e aprovadas na Assembleia da República, assim como conseguimos fazer aprovar a redução do IEC da sidra e o IVA do mel de cana”, lembrou, garantindo que o PSD continuará a ser decisivo e determinante para resolver os problemas e defender os interesses da Região. “Isto por oposição aos deputados do PS, que votaram várias vezes contra a Madeira, nomeadamente em relação à mobilidade, ao novo Hospital e aos apoios aos incêndios”, rematou.