Aerossóis Sulfato do Vulcão Cumbre Vieja atingem os Açores

Segundo um comunicado do IPMA, este "evento é também confirmado pela análise de trajetórias retrógradas do modelo americano HYSPLIT (GFS)". Na sequência da erupção do vulcão de Cumbre Vieja, desde o passado dia 19 de setembro, "têm sido emitidos gases e partículas para a atmosfera os quais são transportadas a longas distâncias. De acordo com os resultados das previsões do serviço de monitorização atmosférica do programa Copernicus (CAMS), algumas dessas partículas terão chegado ao arquipélago dos Açores sob a forma de aerossol sulfato", revelou esta sexta-feira o IPMA. O aerossol sulfato resulta da reação em fase líquida do dióxido de enxofre com a água, constituindo pequenas partículas líquidas, que servem de núcleos de condensação e podem ser transportadas pelo vento. Essas partículas possuem também propriedades óticas que contribuem para uma maior dispersão da luz e, consequentemente, provocam uma redução da visibilidade.  

Aerossóis Sulfato do Vulcão Cumbre Vieja atingem os Açores
Segundo um comunicado do IPMA, este "evento é também confirmado pela análise de trajetórias retrógradas do modelo americano HYSPLIT (GFS)". Na sequência da erupção do vulcão de Cumbre Vieja, desde o passado dia 19 de setembro, "têm sido emitidos gases e partículas para a atmosfera os quais são transportadas a longas distâncias. De acordo com os resultados das previsões do serviço de monitorização atmosférica do programa Copernicus (CAMS), algumas dessas partículas terão chegado ao arquipélago dos Açores sob a forma de aerossol sulfato", revelou esta sexta-feira o IPMA. O aerossol sulfato resulta da reação em fase líquida do dióxido de enxofre com a água, constituindo pequenas partículas líquidas, que servem de núcleos de condensação e podem ser transportadas pelo vento. Essas partículas possuem também propriedades óticas que contribuem para uma maior dispersão da luz e, consequentemente, provocam uma redução da visibilidade.