África do Sul: Associação dos veteranos exige a prisão do ministro dos transportes

A Associação de Gauteng de veteranos da asa militar do ANC, uMkonto we Sizwe Military Veterans  [MKMVA] anunciaram, domingo, que iriam exigir a prisão do ministro dos transportes, Fikile Mbalula, pela situação do quase  defunto sistema de transportes ferroviários da África do Sul.  O demande foi feito esta segunda-feira, durante uma marcha de protesto que convergiu para a sede do ANC, partido governamental, e em seguida a marcha prosseguiu para a sede do governo provincial de Gauteng para fazer entrega de documento demandando a prisão do ministro dos transportes. De momento apenas 7 linhas das 34 para transporte pendular estão ainda a funcionar, devido a ação de roubos constantes de cablagem de rede, elétrica e estruturada. De notar a situação caótica existente em todas as estações ferroviárias, incluindo a importante estação de Jeppe em Joanesburgo praticamente destruídas devido aos roubos em grande escala que se tem observado. No troço ferroviário entre o bairro negro de Langa e Cidade do Cabo da Boa Esperança, foi construído à revelia das autoridades um “povoado” em cima da via férrea central que se encontrava inoperacional, cujas linhas devido aos danos sofridos têm de ser completamente substituídas antes da reabertura.  A Agência Ferroviária de Passageiros da África do Sul, uma empresa estatal (PRASA) opera 487 estações ferroviárias no país, sendo que 174 não têm eletricidade ou sejam 35%, apenas 313 têm fornecimento de energia. Na província de Gauteng mais de metade das estações ferroviárias não têm eletricidade o que é um verdadeiro descalabro que  representa um perigo acrescido para a segurança ferroviária.  Notória a forma cruel e de inurbanidade de  ações de vandalismo e roubos de equipamento, pórticos de sinalização, guindastes,  bilheteira, oficinas, paredes, e destruição através do fogo posto  em composições inteiras e carruagens.  Os danos causados no material circulante são indizíveis a avaliar por 214 carruagens incendiadas desde 2015 até recentemente. Ações criminosas desta natureza e impunes, pode dizer-se  em abono da verdade consideradas de sabotagem económica no coração da África do Sul,  agravando a situação de milhares de utentes na sua maioria trabalhadores que dependem destes serviços para se dirigirem aos seu locais de trabalho e de regresso a casa,  fazendo-os agora incorrer em despesas extra muito avultadas em transporte alternativo e insuficiente para colmatar as necessidades diárias de milhares desses utentes.

África do Sul: Associação dos veteranos exige a prisão do ministro dos transportes
A Associação de Gauteng de veteranos da asa militar do ANC, uMkonto we Sizwe Military Veterans  [MKMVA] anunciaram, domingo, que iriam exigir a prisão do ministro dos transportes, Fikile Mbalula, pela situação do quase  defunto sistema de transportes ferroviários da África do Sul.  O demande foi feito esta segunda-feira, durante uma marcha de protesto que convergiu para a sede do ANC, partido governamental, e em seguida a marcha prosseguiu para a sede do governo provincial de Gauteng para fazer entrega de documento demandando a prisão do ministro dos transportes. De momento apenas 7 linhas das 34 para transporte pendular estão ainda a funcionar, devido a ação de roubos constantes de cablagem de rede, elétrica e estruturada. De notar a situação caótica existente em todas as estações ferroviárias, incluindo a importante estação de Jeppe em Joanesburgo praticamente destruídas devido aos roubos em grande escala que se tem observado. No troço ferroviário entre o bairro negro de Langa e Cidade do Cabo da Boa Esperança, foi construído à revelia das autoridades um “povoado” em cima da via férrea central que se encontrava inoperacional, cujas linhas devido aos danos sofridos têm de ser completamente substituídas antes da reabertura.  A Agência Ferroviária de Passageiros da África do Sul, uma empresa estatal (PRASA) opera 487 estações ferroviárias no país, sendo que 174 não têm eletricidade ou sejam 35%, apenas 313 têm fornecimento de energia. Na província de Gauteng mais de metade das estações ferroviárias não têm eletricidade o que é um verdadeiro descalabro que  representa um perigo acrescido para a segurança ferroviária.  Notória a forma cruel e de inurbanidade de  ações de vandalismo e roubos de equipamento, pórticos de sinalização, guindastes,  bilheteira, oficinas, paredes, e destruição através do fogo posto  em composições inteiras e carruagens.  Os danos causados no material circulante são indizíveis a avaliar por 214 carruagens incendiadas desde 2015 até recentemente. Ações criminosas desta natureza e impunes, pode dizer-se  em abono da verdade consideradas de sabotagem económica no coração da África do Sul,  agravando a situação de milhares de utentes na sua maioria trabalhadores que dependem destes serviços para se dirigirem aos seu locais de trabalho e de regresso a casa,  fazendo-os agora incorrer em despesas extra muito avultadas em transporte alternativo e insuficiente para colmatar as necessidades diárias de milhares desses utentes.