Albuquerque com ‘grito de alerta’ hoje na reunião anual da CRMP

Miguel Albuquerque intervém hoje na Assembleia Geral da Conferência das Regiões Marítimas Periféricas da Europa. Vai alertar para os problemas nas conectividades aéreas e marítimas, “vitais para a economia regional” e criticar o Plano de Recuperação e Resiliência que “se esqueceu do Turismo.” O presidente do Governo Regional da Madeira antecipou ao JM o alerta que pretende deixar: nesta fase de pandemia, o apoio nacional é nulo e os apoios financeiros europeus não são de aplicação imediata. Uma junção de fatores negativos que agrava as disparidades sentidas na Madeira.   Miguel Albuquerque intervém esta quinta-feira, por videoconferência, na 48ª Assembleia Geral da Conferência das Regiões Marítimas Periféricas da Europa (CRMP). Esta reunião anual vai dar particular atenção às s políticas da UE para a recuperação económica das regiões europeias e ao impacto social, económico e outros da crise pandémica nos territórios da CRMP.  O chefe do Executivo madeirense revelou ao JM que subordinará a sua intervenção ao Plano de Recuperação da União Europeia. “Questionarei o que vem a seguir”, confidenciou Albuquerque. “A questão que se impõe neste momento é se os instrumentos, de resposta à crise pandémica, postos ao dispor pelas Instituições Europeias, são suficientes.” O governante não tem dúvidas de que uma resposta a esta crise implica uma forte ajuda do Programa de Recuperação Económica. “O problema é que esse instrumento foi desenhado para os Estados, esqueceram-se de assegurar a sua extensão às Regiões.” Albuquerque entende que o Mecanismo de Recuperação e Resiliência não pode ignorar a dimensão territorial. “As Regiões têm de ser diretamente envolvidas na elaboração dos Planos Nacionais”, diz. “O esboço de Plano apresentado ignora a realidade regional, esquecendo-se da dimensão ultraperiférica do país e em particular da grande dependência da economia da Madeira do setor mais afetado pela crise, o turismo.”

Albuquerque com ‘grito de alerta’ hoje na reunião anual da CRMP
Miguel Albuquerque intervém hoje na Assembleia Geral da Conferência das Regiões Marítimas Periféricas da Europa. Vai alertar para os problemas nas conectividades aéreas e marítimas, “vitais para a economia regional” e criticar o Plano de Recuperação e Resiliência que “se esqueceu do Turismo.” O presidente do Governo Regional da Madeira antecipou ao JM o alerta que pretende deixar: nesta fase de pandemia, o apoio nacional é nulo e os apoios financeiros europeus não são de aplicação imediata. Uma junção de fatores negativos que agrava as disparidades sentidas na Madeira.   Miguel Albuquerque intervém esta quinta-feira, por videoconferência, na 48ª Assembleia Geral da Conferência das Regiões Marítimas Periféricas da Europa (CRMP). Esta reunião anual vai dar particular atenção às s políticas da UE para a recuperação económica das regiões europeias e ao impacto social, económico e outros da crise pandémica nos territórios da CRMP.  O chefe do Executivo madeirense revelou ao JM que subordinará a sua intervenção ao Plano de Recuperação da União Europeia. “Questionarei o que vem a seguir”, confidenciou Albuquerque. “A questão que se impõe neste momento é se os instrumentos, de resposta à crise pandémica, postos ao dispor pelas Instituições Europeias, são suficientes.” O governante não tem dúvidas de que uma resposta a esta crise implica uma forte ajuda do Programa de Recuperação Económica. “O problema é que esse instrumento foi desenhado para os Estados, esqueceram-se de assegurar a sua extensão às Regiões.” Albuquerque entende que o Mecanismo de Recuperação e Resiliência não pode ignorar a dimensão territorial. “As Regiões têm de ser diretamente envolvidas na elaboração dos Planos Nacionais”, diz. “O esboço de Plano apresentado ignora a realidade regional, esquecendo-se da dimensão ultraperiférica do país e em particular da grande dependência da economia da Madeira do setor mais afetado pela crise, o turismo.”