“Alianças? Ainda acabaria como presidente do Governo”, Nuno Morna

Nuno Morna, na entrega da lista do partido Iniciativa Liberal, exaltou que parte em igualdades de circunstâncias com todos os outros e que neste momento a hipótese de alianças pós-eleições nem se coloca. “A ânsia de poder de alguns é tanta...

“Alianças? Ainda acabaria como presidente do Governo”, Nuno Morna
Nuno Morna, na entrega da lista do partido Iniciativa Liberal, exaltou que parte em igualdades de circunstâncias com todos os outros e que neste momento a hipótese de alianças pós-eleições nem se coloca. “A ânsia de poder de alguns é tanta que ainda acabaria como presidente do Governo”, justifica. Nuno Morna, Duarte Gouveia, Rita Azevedo Rocha, Sara Neves Jardim, José Augusto Martins, João Gris Teixeira, Helena Figueiroa Gomes, Miguel Abreu Correia, Sónia Almada, Nuno Hugo Fernandes, António Couto e Dália Gouveia. Este o ‘top 12’ da lista do IL – Iniciativa Liberal, partido candidato às eleições regionais do próximo dia 22 de setembro, entregue ao início da tarde desta quinta-feira, no Tribunal da Comarca do Funchal. Nuno Morna diz que este é um partido diferente dos restantes e, também por isso, começou logo por agradecer às 94 pessoas que aceitaram integrar esta lista, que “vem provar que a ideologia ainda conta muito, porque a IL é um partido com ideologia”, não sendo “um partido só de causas, que também as tem”. O cabeça de lista, que coloca o partido como “de centro / direita, se assim o quiserem”, diz que “defende o liberalismo e tem os seus valores, que via defender ao longo desta campanha”. “Neste tempo em que as ideologias parece que andam todas a morrer”, conforme registou, Nuno Morna assegura que “a nossa expetativa é a de ganhar as eleições. Estamos em pé de igualdade com todas as outras candidaturas”. E reforça que “temos um programa muito específico, com medidas muito concretas em variadíssimos campos, para apresentar aos madeirenses e o nosso objetivo, obviamente, é ganhar as eleições”. Confrontando com cenários de eventuais alianças no pós-eleições, Nuno Morna explanou que “não vou correr o risco de em caso de haver uma aliança pedir o cargo de presidente do Governo, porque a ânsia de poder de alguns partidos é tanta que eu ainda sairia dessa situação como presidente do Governo”. Assim sendo, assegura, “não equaciono sequer essa possibilidade neste momento. Não equaciono nenhuma aliança. A nossa campanha será pela positiva, de um partido que se quer afirmar, que tem as suas ideias, diferentes dos outros, e no final, logo se verá”.