António Franco Fernandes repudia acusações. “São absolutamente falsas”

Essa notícia é “absolutamente falsa, não tem pés nem cabeça, é uma falsificação da realidade”. Foi esta a reação do advogado António Franco Fernandes à informação recebida pelo JM que dava conta de que o mesmo teria faltado a uma diligência que decorreu no Tribunal Judicial da Comarca da Madeira por ter sido detido, na sequência da violação de medidas de coação determinadas no âmbito de um processo de violência doméstica.  “Eu não estive presente na diligência e pedi à minha ilustre colega Maria João Nepomuceno para representar a Dra. Cláudia Raquel Ferreira Camacho na diligência no Tribunal de Instrução Criminal do Funchal. Fiz isso por uma razão simples. É que se aterrasse na Madeira, ficava eu em situação de ter de requerer o meu próprio habeas corpus para chegar à diligência. O habeas corpus é decidido em 48 horas e eu faltaria à diligência”, esclareceu o causídico.  António Franco Fernandes nega liminarmente a existência de qualquer processo de violência doméstica e diz estar a ser “perseguido por duas mulheres” que pretendem extorquir-lhe património.  “Estou a ser perseguido por duas mulheres em Portugal. As duas pretendem extorquir-me património”, afirma ao JM. E acrescenta: “Devo dizer que já foram dois processos arquivados por falta de credibilidade das denunciantes”. “Tudo o que estas fontes vierem a dizer é apenas para me achincalhar, pensando elas que através do achincalhamento público eu perco a minha credibilidade como advogado de topo na Madeira”, concluiu.

António Franco Fernandes repudia acusações. “São absolutamente falsas”
Essa notícia é “absolutamente falsa, não tem pés nem cabeça, é uma falsificação da realidade”. Foi esta a reação do advogado António Franco Fernandes à informação recebida pelo JM que dava conta de que o mesmo teria faltado a uma diligência que decorreu no Tribunal Judicial da Comarca da Madeira por ter sido detido, na sequência da violação de medidas de coação determinadas no âmbito de um processo de violência doméstica.  “Eu não estive presente na diligência e pedi à minha ilustre colega Maria João Nepomuceno para representar a Dra. Cláudia Raquel Ferreira Camacho na diligência no Tribunal de Instrução Criminal do Funchal. Fiz isso por uma razão simples. É que se aterrasse na Madeira, ficava eu em situação de ter de requerer o meu próprio habeas corpus para chegar à diligência. O habeas corpus é decidido em 48 horas e eu faltaria à diligência”, esclareceu o causídico.  António Franco Fernandes nega liminarmente a existência de qualquer processo de violência doméstica e diz estar a ser “perseguido por duas mulheres” que pretendem extorquir-lhe património.  “Estou a ser perseguido por duas mulheres em Portugal. As duas pretendem extorquir-me património”, afirma ao JM. E acrescenta: “Devo dizer que já foram dois processos arquivados por falta de credibilidade das denunciantes”. “Tudo o que estas fontes vierem a dizer é apenas para me achincalhar, pensando elas que através do achincalhamento público eu perco a minha credibilidade como advogado de topo na Madeira”, concluiu.