Associação de Motociclismo alheia ao “ruído”

A Associação de Motociclismo da Madeira, através do seu presidente, Nélio Olim, emitiu hoje um comunicado em que critica artigos publicados pelo JM-Madeira, que referem "motociclistas em guerra", ou "polémica e guerra entre os agentes do motociclismo", numa referência à polémica que se instalou em torno da organização do Dia Nacional do Motociclista na Região, evento que junta habitualmente mais de 4.000 participantes e que este ano será celebrado a 3 de maio, conduzida pelo Club de Motards da Madeira (CMM) e não pela Associação de Motociclismo da Madeira (AMM). O presidente Nélio Olim mostra-se particularmente crítico à informação veiculada pelo JM, por basear-se numa mensagem da Associação de Motociclismo da Madeira para os seus associados, “com informações que apenas interessam aos clubes e onde os mesmos eram convocados para uma reunião” na próxima semana. “Dado o universo tão vasto de clubes, com conceitos distintos, mas sempre defendendo os mesmos princípios de respeito (irmandade em linguagem motard), camaradagem, solidariedade e entreajuda, é natural que surjam opiniões distintas, debatidas internamente e cujas decisões são analisadas e votadas internamente sem que para isso sejam necessárias noticias pouco abonatórias como publicadas pelo JM-Madeira, sempre com recurso a terminologias associadas à ‘guerra’”, refere o comunicado, que esperava “um jornalismo mais sério, especialmente numa fase em que atravessamos uma pandemia e onde existirão certamente informações mais úteis para transmitir ao leitor.” Nélio Olim assegura que a AMM não vai alimentar polémicas ou telenovelas “já que encaramos as nossas organizações e as nossas funções diretivas com seriedade, respeitando o direito de opinião de cada clube e de cada dirigente de cada clube filiado e é com a maior naturalidade que debatemos opiniões contrarias e chegamos a consensos.” Por fim, o comunicado da AMM recorda que desenvolve “importantes trabalhos de índole social e desportiva, representando com ética e seriedade variados organismos nacionais, que nunca despertaram o interesse jornalístico, mas que continuamos a desenvolver de forma cada vez mais empenhada.” Nélio Olim garante que “nada irá abalar o trabalho de todos os motociclistas regionais, independentemente do clube em que estão filiados.”

Associação de Motociclismo alheia ao “ruído”
A Associação de Motociclismo da Madeira, através do seu presidente, Nélio Olim, emitiu hoje um comunicado em que critica artigos publicados pelo JM-Madeira, que referem "motociclistas em guerra", ou "polémica e guerra entre os agentes do motociclismo", numa referência à polémica que se instalou em torno da organização do Dia Nacional do Motociclista na Região, evento que junta habitualmente mais de 4.000 participantes e que este ano será celebrado a 3 de maio, conduzida pelo Club de Motards da Madeira (CMM) e não pela Associação de Motociclismo da Madeira (AMM). O presidente Nélio Olim mostra-se particularmente crítico à informação veiculada pelo JM, por basear-se numa mensagem da Associação de Motociclismo da Madeira para os seus associados, “com informações que apenas interessam aos clubes e onde os mesmos eram convocados para uma reunião” na próxima semana. “Dado o universo tão vasto de clubes, com conceitos distintos, mas sempre defendendo os mesmos princípios de respeito (irmandade em linguagem motard), camaradagem, solidariedade e entreajuda, é natural que surjam opiniões distintas, debatidas internamente e cujas decisões são analisadas e votadas internamente sem que para isso sejam necessárias noticias pouco abonatórias como publicadas pelo JM-Madeira, sempre com recurso a terminologias associadas à ‘guerra’”, refere o comunicado, que esperava “um jornalismo mais sério, especialmente numa fase em que atravessamos uma pandemia e onde existirão certamente informações mais úteis para transmitir ao leitor.” Nélio Olim assegura que a AMM não vai alimentar polémicas ou telenovelas “já que encaramos as nossas organizações e as nossas funções diretivas com seriedade, respeitando o direito de opinião de cada clube e de cada dirigente de cada clube filiado e é com a maior naturalidade que debatemos opiniões contrarias e chegamos a consensos.” Por fim, o comunicado da AMM recorda que desenvolve “importantes trabalhos de índole social e desportiva, representando com ética e seriedade variados organismos nacionais, que nunca despertaram o interesse jornalístico, mas que continuamos a desenvolver de forma cada vez mais empenhada.” Nélio Olim garante que “nada irá abalar o trabalho de todos os motociclistas regionais, independentemente do clube em que estão filiados.”