Atenuar de restrições decidido a 18 de maio

O alargamento do horário de funcionamento de restaurantes e bares e menos limitações no Desporto poderão ser algumas das decisões. Pandemia Carla Ribeiro No dia 18 de maio, o Governo Regional deverá deliberar novas medidas no que diz respeito ao combate à pandemia da covid-19, sendo que uma delas passará, como já foi admitido por Miguel Albuquerque, pelo possível alargamento da hora de recolher obrigatório e outras ao nível do Desporto. O presidente do Governo admitiu, ontem, à margem da apresentação do projeto ICU4COVID, que decorreu na biblioteca do hospital dr. Nélio Mendonça, disse pensar que os desportos de médio risco, de competição, poderão vir a ser considerados nesta linha de redução de medidas. Contudo, afirmou que vai ser mantido o recolher obrigatório, mesmo que por um período mais curto. Já a outro nível e tendo em conta a aprovação, por parte da UE europeia, de uma ajuda Estatal na ordem dos 22 milhões de euros para as pequenas e médias empresas da Madeira, Miguel Albuquerque elogiou e destacou o SI Funcionamento e o novo Fundo de Europeu para pequenas e médias empresas do turismo, também a funcionar. A poucos meses das Autárquicas e questionado sobre o Orçamento Regional, que poderá não contar com a participação de Pedro Calado (candidato à Câmara Municipal do Funchal), o chefe do Executivo madeirense disse que não contar com o atual vice-presidente do Governo “seria uma boa notícia para a cidade”. É que, no entender de Miguel Albuquerque, o Funchal iria ser governado por uma pessoa “competente”. Neste momento, “O Funchal precisar de ter os melhores à frente”, adiantou. Já sobre o projeto ICU4COVID, Albuquerque disse que nunca teve dúvidas que a ciência e a tecnologia iriam assegurar o futuro da humanidade. Mas ontem, teve menos. Impressionado com o projeto, disse que é inovador, de recuperação, de vanguarda. Considerando que não há que ter medo das tecnologias, o governante, que assistiu à apresentação da iniciativa e depois visitou os cuidados intensivos, onde estão instalados os equipamentos de acompanhamento do doente à distância, sublinhou que a inteligência artificial é algo que a Madeira quer acompanhar com afinco. Aliás, no decorrer da cerimónia, onde também fez uso da palavra o diretor clínico do hospital, Miguel Albuquerque lembrou que o futuro hospital terá uma área ligada à investigação e que nesse mesmo espaço, “queremos ter a inteligência artificial para fins médicos”. O projeto ICU4COVID é solução inovadora no âmbito do Horizonte 2020, que emergiu do contexto da atual pandemia, e que tem como objetivo a criação de diversos Hubs de Telemedicina aplicada aos cuidados intensivos, espalhados pelo mundo. O projeto pioneiro envolve mais de 20 hospitais espalhados pela Europa e um financiamento global de 10,4 milhões de euros. Iniciou-se em janeiro de 2021 e decorrerá até final de 2022, por fases. A Secretaria Regional de Saúde e Proteção Civil da Madeira foi selecionada para acolher o primeiro HUB onde a solução instalada, servirá de referência para os outros hospitais do projeto (em Portugal e no Mundo).

Atenuar de restrições decidido a 18 de maio
O alargamento do horário de funcionamento de restaurantes e bares e menos limitações no Desporto poderão ser algumas das decisões. Pandemia Carla Ribeiro No dia 18 de maio, o Governo Regional deverá deliberar novas medidas no que diz respeito ao combate à pandemia da covid-19, sendo que uma delas passará, como já foi admitido por Miguel Albuquerque, pelo possível alargamento da hora de recolher obrigatório e outras ao nível do Desporto. O presidente do Governo admitiu, ontem, à margem da apresentação do projeto ICU4COVID, que decorreu na biblioteca do hospital dr. Nélio Mendonça, disse pensar que os desportos de médio risco, de competição, poderão vir a ser considerados nesta linha de redução de medidas. Contudo, afirmou que vai ser mantido o recolher obrigatório, mesmo que por um período mais curto. Já a outro nível e tendo em conta a aprovação, por parte da UE europeia, de uma ajuda Estatal na ordem dos 22 milhões de euros para as pequenas e médias empresas da Madeira, Miguel Albuquerque elogiou e destacou o SI Funcionamento e o novo Fundo de Europeu para pequenas e médias empresas do turismo, também a funcionar. A poucos meses das Autárquicas e questionado sobre o Orçamento Regional, que poderá não contar com a participação de Pedro Calado (candidato à Câmara Municipal do Funchal), o chefe do Executivo madeirense disse que não contar com o atual vice-presidente do Governo “seria uma boa notícia para a cidade”. É que, no entender de Miguel Albuquerque, o Funchal iria ser governado por uma pessoa “competente”. Neste momento, “O Funchal precisar de ter os melhores à frente”, adiantou. Já sobre o projeto ICU4COVID, Albuquerque disse que nunca teve dúvidas que a ciência e a tecnologia iriam assegurar o futuro da humanidade. Mas ontem, teve menos. Impressionado com o projeto, disse que é inovador, de recuperação, de vanguarda. Considerando que não há que ter medo das tecnologias, o governante, que assistiu à apresentação da iniciativa e depois visitou os cuidados intensivos, onde estão instalados os equipamentos de acompanhamento do doente à distância, sublinhou que a inteligência artificial é algo que a Madeira quer acompanhar com afinco. Aliás, no decorrer da cerimónia, onde também fez uso da palavra o diretor clínico do hospital, Miguel Albuquerque lembrou que o futuro hospital terá uma área ligada à investigação e que nesse mesmo espaço, “queremos ter a inteligência artificial para fins médicos”. O projeto ICU4COVID é solução inovadora no âmbito do Horizonte 2020, que emergiu do contexto da atual pandemia, e que tem como objetivo a criação de diversos Hubs de Telemedicina aplicada aos cuidados intensivos, espalhados pelo mundo. O projeto pioneiro envolve mais de 20 hospitais espalhados pela Europa e um financiamento global de 10,4 milhões de euros. Iniciou-se em janeiro de 2021 e decorrerá até final de 2022, por fases. A Secretaria Regional de Saúde e Proteção Civil da Madeira foi selecionada para acolher o primeiro HUB onde a solução instalada, servirá de referência para os outros hospitais do projeto (em Portugal e no Mundo).