BE "com coluna vertebral" critica PSD e CDS

Em vésperas de mais um Dia da Cidade do Funchal, o grupo municipal do Bloco de Esquerda na Assembleia Municipal do Funchal emitiu um comunicado. A nota, envada à nossa redação, serve, segundo refere o BE, "para refrescar a amnésia de alguns", relssando que "o seu partido tomou, em 2013, a decisão de integrar uma coligação de partidos de esquerda, com o objetivo de derrubar o PSD, que, desde 1976, governava os destinos da cidade do Funchal. Décadas de prepotência e de abuso de poder absoluto, de compadrios e de falta de transparência, de agravar das desigualdades a vários níveis entre as zonas altas e as zonas baixas da cidade, entre ricos e pobres, de enganos e desvarios económicos e que culminou numa dívida descomunal de 100 milhões de euros". E, acrescenta, "orgulhamo-nos dessa decisão tomada coletivamente e do apoio dado a essa coligação, quer em 2013 quer nos atos eleitorais subsequentes, porque foi e seria o melhor para a vida das e dos funchalenses". Mesmo apesar, como indica, "estávamos cientes dos riscos que corríamos, mas não abdicámos dos nossos princípios, e participámos de uma solução governativa que foi capaz de mostrar às e aos funchalenses que existia uma alternativa, que era possível fazer-se diferente e fez-se efetivamente melhor". O grupo municipal reconhece que "nem tudo correu bem, é certo; nem sempre foi possível concretizar tudo que se pretendia, como se pretendia ou com a celeridade que a situação requeria; houve más decisões e algumas com as quais não concordámos, somos humildes para o reconhecer; e ficam sempre muitas coisas por fazer quando temos um projeto para a cidade do Funchal que altera o paradigma do que se fazia até então". Mas, acrescenta, "trouxemos uma lufada de ar fresco democrático à cidade do Funchal, fizemos parte dessa história, da sua construção e da sua implantação, e temos muito orgulho nisso. Algo que este CDS-PP, partido ex-democrata e ex-cristão, desconhece o que é, apesar de, em tempos, na sua história na ilha da Madeira, ter-se apresentado como alternativa credível, ter combatido este mesmo PSD com veemência, tanto na Câmara do Funchal como na Assembleia Regional". Além do mais, a nota refere ainda que "ao contrário deste CDS, o Bloco de Esquerda não se vende por lugares em qualquer Executivo ou em empresas públicas, sejam elas municipais ou regionais. Não contribuímos para aumentar a despesa nem o erário público em milhares de euros, com direções regionais, cargos, tachos e tachinhos, nem abandonamos ou ludibriamos as e os funchalenses quando os eleitos pelo Bloco de Esquerda na coligação assumiram cargos de relevo na Assembleia Municipal, em 2014, ou na Câmara Municipal do Funchal, em 2020". Em jeito de conclusão, o grupo municipal do Bloco de Esquerda na Assembleia Municipal do Funchal refere: "Temos coluna vertebral, defendemos o interesse público e não os nossos interesses, e os princípios que norteiam a nossa orientação política, e que defendemos convictamente, são para a melhoria das condições de vida de toda a nossa população, de combate a todas as discriminações, de defesa dos direitos das e dos funchalenses, nas suas várias vertentes, perante a prepotência deste (des)governo PSD a quem o CDS se subjugou e vendeu, sem apelo nem agravo ou, quiçá, como tábua de salvação, de que este recente episódio na Câmara Municipal do Funchal é bem sintomático".

BE "com coluna vertebral" critica PSD e CDS
Em vésperas de mais um Dia da Cidade do Funchal, o grupo municipal do Bloco de Esquerda na Assembleia Municipal do Funchal emitiu um comunicado. A nota, envada à nossa redação, serve, segundo refere o BE, "para refrescar a amnésia de alguns", relssando que "o seu partido tomou, em 2013, a decisão de integrar uma coligação de partidos de esquerda, com o objetivo de derrubar o PSD, que, desde 1976, governava os destinos da cidade do Funchal. Décadas de prepotência e de abuso de poder absoluto, de compadrios e de falta de transparência, de agravar das desigualdades a vários níveis entre as zonas altas e as zonas baixas da cidade, entre ricos e pobres, de enganos e desvarios económicos e que culminou numa dívida descomunal de 100 milhões de euros". E, acrescenta, "orgulhamo-nos dessa decisão tomada coletivamente e do apoio dado a essa coligação, quer em 2013 quer nos atos eleitorais subsequentes, porque foi e seria o melhor para a vida das e dos funchalenses". Mesmo apesar, como indica, "estávamos cientes dos riscos que corríamos, mas não abdicámos dos nossos princípios, e participámos de uma solução governativa que foi capaz de mostrar às e aos funchalenses que existia uma alternativa, que era possível fazer-se diferente e fez-se efetivamente melhor". O grupo municipal reconhece que "nem tudo correu bem, é certo; nem sempre foi possível concretizar tudo que se pretendia, como se pretendia ou com a celeridade que a situação requeria; houve más decisões e algumas com as quais não concordámos, somos humildes para o reconhecer; e ficam sempre muitas coisas por fazer quando temos um projeto para a cidade do Funchal que altera o paradigma do que se fazia até então". Mas, acrescenta, "trouxemos uma lufada de ar fresco democrático à cidade do Funchal, fizemos parte dessa história, da sua construção e da sua implantação, e temos muito orgulho nisso. Algo que este CDS-PP, partido ex-democrata e ex-cristão, desconhece o que é, apesar de, em tempos, na sua história na ilha da Madeira, ter-se apresentado como alternativa credível, ter combatido este mesmo PSD com veemência, tanto na Câmara do Funchal como na Assembleia Regional". Além do mais, a nota refere ainda que "ao contrário deste CDS, o Bloco de Esquerda não se vende por lugares em qualquer Executivo ou em empresas públicas, sejam elas municipais ou regionais. Não contribuímos para aumentar a despesa nem o erário público em milhares de euros, com direções regionais, cargos, tachos e tachinhos, nem abandonamos ou ludibriamos as e os funchalenses quando os eleitos pelo Bloco de Esquerda na coligação assumiram cargos de relevo na Assembleia Municipal, em 2014, ou na Câmara Municipal do Funchal, em 2020". Em jeito de conclusão, o grupo municipal do Bloco de Esquerda na Assembleia Municipal do Funchal refere: "Temos coluna vertebral, defendemos o interesse público e não os nossos interesses, e os princípios que norteiam a nossa orientação política, e que defendemos convictamente, são para a melhoria das condições de vida de toda a nossa população, de combate a todas as discriminações, de defesa dos direitos das e dos funchalenses, nas suas várias vertentes, perante a prepotência deste (des)governo PSD a quem o CDS se subjugou e vendeu, sem apelo nem agravo ou, quiçá, como tábua de salvação, de que este recente episódio na Câmara Municipal do Funchal é bem sintomático".