Blocos instáveis sobre Centro de Maricultura da Calheta retirados "com sucesso e sem danos"

A Direção Regional de Estradas (DRE) efetuou, na semana passada, uma delicada intervenção na encosta sobranceira ao Centro de Maricultura da Calheta, depois de um reconhecimento feito ao talude e posterior confirmação da presença de um conjunto de blocos instáveis com potencial risco de queda sobre esta infraestrutura. Esta situação, cujo alerta foi dado pela Direção Regional do Mar (DRM) à DRE, também foi objeto de vistoria por parte do Laboratório Regional de Engenharia Civil, resultando num relatório onde se apontava a solução adotada, o desmonte progressivo dos blocos. Dada a dificuldade de acesso ao local, a DRM solicitou a colaboração da DRE para verificar se, com recurso à equipa rocheiros, seria possível efetuar a intervenção. Após avaliação local, estes profissionais consideraram viável a sua remoção. Devido à complexidade desta intervenção, a mesma decorreu em várias fases. Num primeiro momento foi colocada uma rede de aço presa nas extremidades, com vista a conter pequenos blocos que se pudessem desprender e precipitar-se sobre o Centro de Maricultura. A remoção dos blocos foi efetuada por camadas sucessivas, com recurso a martelo elétrico, de forma a controlar as dimensões dos blocos removidos, procedendo-se depois à sua deposição lateral em local que não pudesse vir a constituir perigo futuro. Esta intervenção, coordenada pela DRM, contou com a colaboração de outras entidades ligadas à Proteção Civil, Geologia e Geotecnia. De salientar que a equipa de intervenção da DRE, neste trabalho de desmonte, foi constituída por dois rocheiros e dois ajudantes. Os rocheiros contam com mais de 20 anos de experiência na remoção de blocos instáveis em toda a Região.

Blocos instáveis sobre Centro de Maricultura da Calheta retirados "com sucesso e sem danos"
A Direção Regional de Estradas (DRE) efetuou, na semana passada, uma delicada intervenção na encosta sobranceira ao Centro de Maricultura da Calheta, depois de um reconhecimento feito ao talude e posterior confirmação da presença de um conjunto de blocos instáveis com potencial risco de queda sobre esta infraestrutura. Esta situação, cujo alerta foi dado pela Direção Regional do Mar (DRM) à DRE, também foi objeto de vistoria por parte do Laboratório Regional de Engenharia Civil, resultando num relatório onde se apontava a solução adotada, o desmonte progressivo dos blocos. Dada a dificuldade de acesso ao local, a DRM solicitou a colaboração da DRE para verificar se, com recurso à equipa rocheiros, seria possível efetuar a intervenção. Após avaliação local, estes profissionais consideraram viável a sua remoção. Devido à complexidade desta intervenção, a mesma decorreu em várias fases. Num primeiro momento foi colocada uma rede de aço presa nas extremidades, com vista a conter pequenos blocos que se pudessem desprender e precipitar-se sobre o Centro de Maricultura. A remoção dos blocos foi efetuada por camadas sucessivas, com recurso a martelo elétrico, de forma a controlar as dimensões dos blocos removidos, procedendo-se depois à sua deposição lateral em local que não pudesse vir a constituir perigo futuro. Esta intervenção, coordenada pela DRM, contou com a colaboração de outras entidades ligadas à Proteção Civil, Geologia e Geotecnia. De salientar que a equipa de intervenção da DRE, neste trabalho de desmonte, foi constituída por dois rocheiros e dois ajudantes. Os rocheiros contam com mais de 20 anos de experiência na remoção de blocos instáveis em toda a Região.