Boeing retoma produção de aparelhos comerciais na próxima semana

 A Boeing vai retomar gradualmente a produção de aparelhos comerciais a partir da próxima semana, nas oficinas de Washington, depois de várias semanas de paragem devido às medidas de prevenção do novo coronavírus, anunciou hoje a fabricante aeronáutica. A medida afeta diretamente cerca de 70 mil trabalhadores das linhas de produção dos modelos 737, 747, 767, 777 e parcialmente do 787, cuja parte de produção no Estado da Carolina do Sul vai, por enquanto, permanecer encerrada. A produção do 737 MAX, modelo que foi retirado do espaço aéreo internacional há mais de um ano, depois de estar envolvido em dois acidentes resultantes de uma falha técnica que vitimaram 346 pessoas, vai continuar parada, mas a gigante da aviação espera retomar a sua produção a breve prazo. “Esta abordagem por etapas vai permitir ter uma base de fornecimento consistente. Tomámos todas as medidas de segurança necessária para assegurar todos os trabalhos necessários para os nossos clientes”, declarou o chefe da divisão de aviação civil da Boeing, Stan Deal, através de um comunicado. A Boeing, tal como o seu concorrente europeu Airbus, foi severamente afetada pela crise sanitária da covid-19 que resultou na redução de mais de 90% dos voos em todo o mundo e suspendeu ou adiou as entregas de novos aparelhos.

Boeing retoma produção de aparelhos comerciais na próxima semana
 A Boeing vai retomar gradualmente a produção de aparelhos comerciais a partir da próxima semana, nas oficinas de Washington, depois de várias semanas de paragem devido às medidas de prevenção do novo coronavírus, anunciou hoje a fabricante aeronáutica. A medida afeta diretamente cerca de 70 mil trabalhadores das linhas de produção dos modelos 737, 747, 767, 777 e parcialmente do 787, cuja parte de produção no Estado da Carolina do Sul vai, por enquanto, permanecer encerrada. A produção do 737 MAX, modelo que foi retirado do espaço aéreo internacional há mais de um ano, depois de estar envolvido em dois acidentes resultantes de uma falha técnica que vitimaram 346 pessoas, vai continuar parada, mas a gigante da aviação espera retomar a sua produção a breve prazo. “Esta abordagem por etapas vai permitir ter uma base de fornecimento consistente. Tomámos todas as medidas de segurança necessária para assegurar todos os trabalhos necessários para os nossos clientes”, declarou o chefe da divisão de aviação civil da Boeing, Stan Deal, através de um comunicado. A Boeing, tal como o seu concorrente europeu Airbus, foi severamente afetada pela crise sanitária da covid-19 que resultou na redução de mais de 90% dos voos em todo o mundo e suspendeu ou adiou as entregas de novos aparelhos.