Boris Johnson ilibado de crime por alegado favorecimento a empresária

O primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, foi hoje ilibado da suspeita de crime no alegado favorecimento de uma empresária norte-americana quando foi presidente da Câmara de Londres, foi hoje anunciado.  A Agência Independente para a Conduta Policial (IOPC) disse que não vai conduzir uma investigação criminal porque "não encontrou nenhuma evidência que indicasse que Johnson influenciou o pagamento de quaisquer fundos de apoio à senhora [Jennifer] Arcuri ou que influenciou ou teve um papel ativo em garantir a sua participação em missões comerciais”. A investigação tinha sido pedida pela Assembleia Municipal de Londres, que hoje disse que, mesmo assim, pretende investigar se Johnson, que foi presidente da Câmara (‘Mayor’) da capital britânica entre 2018 e 2016, por eventual conduta imprópria, tendo em conta a relação próxima que teve com Arcuri.  "Todos aqueles que exercem cargos públicos, seja o ‘Mayor' de Londres ou mesmo o primeiro-ministro, devem aderir aos princípios da vida pública - incluindo integridade, abnegação, abertura e honestidade, entre outros. A nossa investigação vai considerar se Boris Johnson se comportou da maneira esperada de qualquer pessoa nessa posição”, refere.  Quando foi questionado sobre o assunto, em setembro passado na BBC, o atual primeiro-ministro garantiu que "foi tudo foi feito de acordo com as regras”.

O primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, foi hoje ilibado da suspeita de crime no alegado favorecimento de uma empresária norte-americana quando foi presidente da Câmara de Londres, foi hoje anunciado.  A Agência Independente para a Conduta Policial (IOPC) disse que não vai conduzir uma investigação criminal porque "não encontrou nenhuma evidência que indicasse que Johnson influenciou o pagamento de quaisquer fundos de apoio à senhora [Jennifer] Arcuri ou que influenciou ou teve um papel ativo em garantir a sua participação em missões comerciais”. A investigação tinha sido pedida pela Assembleia Municipal de Londres, que hoje disse que, mesmo assim, pretende investigar se Johnson, que foi presidente da Câmara (‘Mayor’) da capital britânica entre 2018 e 2016, por eventual conduta imprópria, tendo em conta a relação próxima que teve com Arcuri.  "Todos aqueles que exercem cargos públicos, seja o ‘Mayor' de Londres ou mesmo o primeiro-ministro, devem aderir aos princípios da vida pública - incluindo integridade, abnegação, abertura e honestidade, entre outros. A nossa investigação vai considerar se Boris Johnson se comportou da maneira esperada de qualquer pessoa nessa posição”, refere.  Quando foi questionado sobre o assunto, em setembro passado na BBC, o atual primeiro-ministro garantiu que "foi tudo foi feito de acordo com as regras”.