Bruno Freitas critica medidas "avulsas" tomadas pelo Ministério da Administração Interna

Bruno Freitas, CEO da Savoy Signature, diz sentir que as medidas restritivas tomadas ontem  pelo Governo da República  para as ligações com o Reino Unido [sem auscultar as regiões autónomas) foram "levianas". "Nós não sabemos suportadas em quê. Tomaram medidas às 20 horas de ontem, com efeitos quatro horas depois. Não deram tempo suficiente para ser passada a informação corretamente a quem iria viajar ao longo do dia. Está em causa pessoas que podiam estar em trânsito de outros continentes para Portugal e para a Madeira concretamente. Acho que essas preocupações não foram acauteladas", defende Bruno Freitas, ao JM, quando instado a comentar o incidente ocorrido esta manhã, no Aeroporto Internacional da Madeira, em que passageiros britânicos que cá chegaram, não poderam sequer sair do avião pois , segundo o Ministério da Administração Interna informou, ontem, que apenas seria autorizados a entrar em Portugal, os passageiros de voos provenientes do Reino Unido que sejam cidadãos nacional ou legalente residentes no nosso país.  Bruno Freitas considera que as medidas tomadas ontem são "avulsas" e vêm prejudicar a Madeira e todas as medidas que o Governo da Região tem vindo a implementar, com todas as cautelas. O setor do turismo na Madeira, nos Açores e no Algarve  está a se afundar cada vez mais e segundo Bruno Freitas "não é acarinhado" pelo Governo central.

Bruno Freitas critica medidas  "avulsas" tomadas pelo Ministério da Administração Interna
Bruno Freitas, CEO da Savoy Signature, diz sentir que as medidas restritivas tomadas ontem  pelo Governo da República  para as ligações com o Reino Unido [sem auscultar as regiões autónomas) foram "levianas". "Nós não sabemos suportadas em quê. Tomaram medidas às 20 horas de ontem, com efeitos quatro horas depois. Não deram tempo suficiente para ser passada a informação corretamente a quem iria viajar ao longo do dia. Está em causa pessoas que podiam estar em trânsito de outros continentes para Portugal e para a Madeira concretamente. Acho que essas preocupações não foram acauteladas", defende Bruno Freitas, ao JM, quando instado a comentar o incidente ocorrido esta manhã, no Aeroporto Internacional da Madeira, em que passageiros britânicos que cá chegaram, não poderam sequer sair do avião pois , segundo o Ministério da Administração Interna informou, ontem, que apenas seria autorizados a entrar em Portugal, os passageiros de voos provenientes do Reino Unido que sejam cidadãos nacional ou legalente residentes no nosso país.  Bruno Freitas considera que as medidas tomadas ontem são "avulsas" e vêm prejudicar a Madeira e todas as medidas que o Governo da Região tem vindo a implementar, com todas as cautelas. O setor do turismo na Madeira, nos Açores e no Algarve  está a se afundar cada vez mais e segundo Bruno Freitas "não é acarinhado" pelo Governo central.