Calheta quer privilegiar investimento e edificação no PDM

A Câmara Municipal da Calheta vai avançar com a elaboração do novo Plano Diretor Municipal (PDM), podendo os munícipes e potenciais investidores apresentar propostas até ao dia 5 de setembro. Este passo dependia da aprovação da cartografia regional, entretanto concluída. Em declarações à 88.8 JMFM, Carlos Teles diz que o PDM em vigor desde 2013 está "um pouco ultrapassado em várias situações". Privilegiar o investimento e a edificação é um dos objetivos, ou seja, existem "terrenos agora considerados agrícolas, que passarão a ser urbanizáveis", nomeadamente nos Prazeres, Fajã da Ovelha e Ponta do Pargo. "Não queremos especulação imobiliária no concelho, queremos crescer de forma responsável", defende o presidente da autarquia, defendendo um equilíbrio entre agricultura, edificação e espaços verdes. Carlos Teles vislumbra mais investimento hoteleiro e diz que esta será uma mais-valia para a Região, por permitir a descentralização do setor. "Para bem da Região é bom que seja permitido o desenvolvimento das zonas rurais", sublinha. O autarca refere que o projeto para a construção de um campo de golfe na Ponta do Pargo, é uma situação à parte, que nada tem a ver com a alteração do PDM.   "Existe um Plano de Urbanização entregue pela Sociedade de Desenvolvimento Ponta do Oeste que está a ser devidamente analisado e será aprovado a seu tempo", acrescenta.   

Calheta quer privilegiar investimento e edificação no PDM
A Câmara Municipal da Calheta vai avançar com a elaboração do novo Plano Diretor Municipal (PDM), podendo os munícipes e potenciais investidores apresentar propostas até ao dia 5 de setembro. Este passo dependia da aprovação da cartografia regional, entretanto concluída. Em declarações à 88.8 JMFM, Carlos Teles diz que o PDM em vigor desde 2013 está "um pouco ultrapassado em várias situações". Privilegiar o investimento e a edificação é um dos objetivos, ou seja, existem "terrenos agora considerados agrícolas, que passarão a ser urbanizáveis", nomeadamente nos Prazeres, Fajã da Ovelha e Ponta do Pargo. "Não queremos especulação imobiliária no concelho, queremos crescer de forma responsável", defende o presidente da autarquia, defendendo um equilíbrio entre agricultura, edificação e espaços verdes. Carlos Teles vislumbra mais investimento hoteleiro e diz que esta será uma mais-valia para a Região, por permitir a descentralização do setor. "Para bem da Região é bom que seja permitido o desenvolvimento das zonas rurais", sublinha. O autarca refere que o projeto para a construção de um campo de golfe na Ponta do Pargo, é uma situação à parte, que nada tem a ver com a alteração do PDM.   "Existe um Plano de Urbanização entregue pela Sociedade de Desenvolvimento Ponta do Oeste que está a ser devidamente analisado e será aprovado a seu tempo", acrescenta.