Campanha ‘Eu compro aqui’ dinamiza comércio

A campanha da Câmara Municipal do Porto Santo “Eu compro aqui! Comércio local em primeiro!” tem dinamizado o comércio local, ainda que de forma desigual. Iniciada a 1 de março, a campanha tem tido maior impacto no comércio de vestuário e de bens alimentares. São estes os setores mais procurados no âmbito da iniciativa. Miguel Velosa, Presidente da Associação de Indústria, Comércio e Turismo do Porto Santo, mostra-se satisfeito pela forte adesão da população e do comércio local. “Está a ser uma campanha que positivamente está a chegar a vários setores, quer sejam empresas de comércio, serviços ou restauração”, referiu. A população aplaude a iniciativa e a maioria revela que tem utilizado os “vouchers” em estabelecimentos de comércio de vestuário e bens alimentares. Márcia Silva e Silvia Menezes são duas das pessoas que reafirmam a positividade da campanha que veio dar novo fôlego não só aos comerciantes, mas também aos munícipes. “A aposta nesta campanha veio ajudar-nos, até porque para nós residentes, as coisas acabam por ficar mais em conta”, explicou Márcia Silva. Nenhuma mencionou lacunas em relação à iniciativa. Pelo contrário, concordam com a sua gestão. “O facto de existir um limite de 100€ para cada pessoa acaba por ser positivo, porque assim dá-se oportunidade a outras pessoas de usufruírem destes cartões”, explicou Silvia Menezes. Gonçalo Dias, estudante universitário, também aderiu à campanha, mas ao contrário das anteriores refere que utilizou os cartões para adquirir produtos naturais numa ervanária. Com este tipo de ações o apoio ao comércio local torna-se mais facilitado “neste momento tão difícil não só para o próprio, mas também para a população”, declarou o jovem universitário. Os estabelecimentos de comércio de vestuário e de bens alimentares contactados comprovam esta tendência. Miguel Rodrigues, sócio-gerente de diversas lojas de vestuário e calçado, afirma que a adesão está a ser positiva. No entanto, apontou para uma fraca adesão inicial, graças à falta de publicidade tanto nas redes sociais, como nas ruas. Apesar disso, esclarece que neste momento a publicidade é muito maior. “A publicidade só teve um maior impacto depois da iniciativa ter arrancado”, explicou. Apesar da forte concorrência proveniente do grande hipermercado da ilha, a aceitação também tem sido grande num dos supermercados locais. “A campanha tem sido uma bela ajuda porque faz mexer a economia local”, defende o estabelecimento. Mas Augusta Vasconcelos, proprietária de um atelier de costura, revelou que os efeitos desta campanha têm sido praticamente nulos no seu estabelecimento. “Compreendemos que existem outras necessidades prioritárias, tais como o supermercado, as roupas e o calçado”, afirmou. Os comerciantes, a população e o Presidente da AICT-Porto Santo são unânimes quando questionados sobre a importância deste tipo de medidas. Miguel Velosa insiste na importância de o município continuar a apoiar o “tecido comercial”, justificando que muitos comerciantes estão a passar inúmeras dificuldades para responder a “tempo e horas” às responsabilidades fiscais. “Medidas como esta não podem parar, quer seja com os vouchers para chegar a mais contribuintes, quer seja com medidas de reforço financeiro direto no tecido empresarial da ilha”, reafirmou. A campanha de apoio ao comércio local “Eu compro aqui! Comércio local em Primeiro” termina a 15 de julho, caso os cartões emitidos não estejam esgotados até essa data. Adquiridos por metade do valor, são emitidos cartões de 20€ e 10€ e só podem ser usados nos estabelecimentos do comércio local aderentes à iniciativa.

Campanha ‘Eu compro aqui’ dinamiza comércio
A campanha da Câmara Municipal do Porto Santo “Eu compro aqui! Comércio local em primeiro!” tem dinamizado o comércio local, ainda que de forma desigual. Iniciada a 1 de março, a campanha tem tido maior impacto no comércio de vestuário e de bens alimentares. São estes os setores mais procurados no âmbito da iniciativa. Miguel Velosa, Presidente da Associação de Indústria, Comércio e Turismo do Porto Santo, mostra-se satisfeito pela forte adesão da população e do comércio local. “Está a ser uma campanha que positivamente está a chegar a vários setores, quer sejam empresas de comércio, serviços ou restauração”, referiu. A população aplaude a iniciativa e a maioria revela que tem utilizado os “vouchers” em estabelecimentos de comércio de vestuário e bens alimentares. Márcia Silva e Silvia Menezes são duas das pessoas que reafirmam a positividade da campanha que veio dar novo fôlego não só aos comerciantes, mas também aos munícipes. “A aposta nesta campanha veio ajudar-nos, até porque para nós residentes, as coisas acabam por ficar mais em conta”, explicou Márcia Silva. Nenhuma mencionou lacunas em relação à iniciativa. Pelo contrário, concordam com a sua gestão. “O facto de existir um limite de 100€ para cada pessoa acaba por ser positivo, porque assim dá-se oportunidade a outras pessoas de usufruírem destes cartões”, explicou Silvia Menezes. Gonçalo Dias, estudante universitário, também aderiu à campanha, mas ao contrário das anteriores refere que utilizou os cartões para adquirir produtos naturais numa ervanária. Com este tipo de ações o apoio ao comércio local torna-se mais facilitado “neste momento tão difícil não só para o próprio, mas também para a população”, declarou o jovem universitário. Os estabelecimentos de comércio de vestuário e de bens alimentares contactados comprovam esta tendência. Miguel Rodrigues, sócio-gerente de diversas lojas de vestuário e calçado, afirma que a adesão está a ser positiva. No entanto, apontou para uma fraca adesão inicial, graças à falta de publicidade tanto nas redes sociais, como nas ruas. Apesar disso, esclarece que neste momento a publicidade é muito maior. “A publicidade só teve um maior impacto depois da iniciativa ter arrancado”, explicou. Apesar da forte concorrência proveniente do grande hipermercado da ilha, a aceitação também tem sido grande num dos supermercados locais. “A campanha tem sido uma bela ajuda porque faz mexer a economia local”, defende o estabelecimento. Mas Augusta Vasconcelos, proprietária de um atelier de costura, revelou que os efeitos desta campanha têm sido praticamente nulos no seu estabelecimento. “Compreendemos que existem outras necessidades prioritárias, tais como o supermercado, as roupas e o calçado”, afirmou. Os comerciantes, a população e o Presidente da AICT-Porto Santo são unânimes quando questionados sobre a importância deste tipo de medidas. Miguel Velosa insiste na importância de o município continuar a apoiar o “tecido comercial”, justificando que muitos comerciantes estão a passar inúmeras dificuldades para responder a “tempo e horas” às responsabilidades fiscais. “Medidas como esta não podem parar, quer seja com os vouchers para chegar a mais contribuintes, quer seja com medidas de reforço financeiro direto no tecido empresarial da ilha”, reafirmou. A campanha de apoio ao comércio local “Eu compro aqui! Comércio local em Primeiro” termina a 15 de julho, caso os cartões emitidos não estejam esgotados até essa data. Adquiridos por metade do valor, são emitidos cartões de 20€ e 10€ e só podem ser usados nos estabelecimentos do comércio local aderentes à iniciativa.