Candidatos do PSD dizem ter sido os únicos a travar todas as batalhas. “PS votou cerca de 100 vezes contra a Madeira” na AR

“Tal como nos últimos quatro anos, continuaremos a lutar para que o Governo da República cumpra com o que não fez pela Madeira e assuma, de uma vez por todas, as suas responsabilidades no respeitante ao princípio da continuidade territorial...

Candidatos do PSD dizem ter sido os únicos a travar todas as batalhas. “PS votou cerca de 100 vezes contra a Madeira” na AR
“Tal como nos últimos quatro anos, continuaremos a lutar para que o Governo da República cumpra com o que não fez pela Madeira e assuma, de uma vez por todas, as suas responsabilidades no respeitante ao princípio da continuidade territorial e ao direito à mobilidade dos Madeirenses e Porto-Santenses, dentro do nosso país”, garante Paulo Neves que, neste último dia de campanha para as Legislativas nacionais de domingo, fez questão de reiterar o compromisso do PSD “em nome da Região e de um futuro que não se compadece com os atropelos à Constituição que António Costa permitiu e promoveu, na última legislatura”. Sublinhando que os deputados do PSD eleitos pela Madeira na Assembleia da República foram os “únicos a travar todas as batalhas, do inicio ao fim, em nome do que era melhor para a Região”, o candidato Social-democrata assegura que os próximos quatro anos serão decisivos “para que os Madeirenses e Porto-Santenses vejam ultrapassadas as injustiças de que foram alvo, por parte da governação socialista, assim como resolvidos os dossiês pendentes que só não foram resolvidos porque o PS e, concretamente, os deputados socialistas eleitos pela Madeira, ficaram do lado de António Costa e não daqueles que os elegeram”.  “Continuaremos a lutar para que este novo modelo de mobilidade seja implementado pelo Governo da República e que não se fique por mais uma intenção eleitoral, assim como continuaremos a defender que o Estado cumpra com as suas obrigações no respeitante à mobilidade marítima e o compromisso que fez e reiterou na noite em que perdeu as Eleições Regionais”, assevera Paulo Neves, sublinhando, precisamente por isso, a importância do voto a 6 de outubro no PSD.   "PS/M votou, em Lisboa, cerca de 100 vezes contra a Madeira", Sara Madruga da Costa Já Sara Madruga da Costa ressalta que “nos últimos quatro anos, os deputados socialistas eleitos pela Região votaram contra cerca de 100 propostas apresentadas pelo PSD/M, na Assembleia da República que visavam a defesa e a afirmação dos nossos direitos, que foram reprovadas apenas e só por razões político-partidárias, em detrimento do interesse superior de todos os Madeirenses e Porto-Santenses”. Na mesma nota, a “candidata Social-democrata que vai mais longe ao afirmar que o socialista Carlos Pereira, em vez de se vangloriar com o trabalho do PSD e de apelar ao voto para reforçar a força anti-Madeira do seu partido, na República, intitulando-se como o guardião da Autonomia, devia era pedir desculpa a todos os Madeirenses e Porto-Santenses pelo que fez, ao longo destes últimos quatro anos”. “Além dos deputados socialistas eleitos pela Madeira terem votado contra estas cerca de 100 propostas, foram também coniventes, nestes últimos quatro anos, com a viabilização de Orçamentos de Estado extremamente penalizadores para a Região e foram, inclusive, incapazes de apresentar uma única proposta a favor da Madeira ao último Orçamento de Estado”, refere. Números que, só por si, “deveriam envergonhar os socialistas e qualquer deputado eleito para defender os interesses de uma Região que não raras vezes relegaram para segundo plano, depois de passar a Ponta de São Lourenço”, reforça Sara Madruga da Costa, vincando que estes factos “deitam por terra a campanha ficcionada dos socialistas, levada a cabo para as Legislativas do próximo dia 6 de outubro, socialistas que se dizem os melhores para defender a Madeira e o Porto Santo em São Bento, quando não foi isso que fizeram, em momento algum, ao longo do último mandato”. Em sentido inverso, lembra, “os deputados do PSD/M na Assembleia da República estiveram, sempre, ao lado dos Madeirenses e Porto-Santenses, defenderam sempre as suas causas e chegaram, inclusive, a fazer aprovar, em São Bento, leis que resolveram problemas reais da população, como é o caso dos funcionários públicos da Ribeira Brava” (iniciativa da autoria do PSD aprovada pelo PCP e pelo BE). Ao contrário de outros “que vivem da propaganda, de Outdoors e de cartazes como aqueles que foram divulgados na tentativa de enganar os Madeirenses, anunciando que o financiamento do novo Hospital da Madeira e que o apoio do Estado aos incêndios estavam assegurados – quando, quatro anos depois, continua tudo na mesma – o PSD/M promete, luta e cumpre e será assim que continuará a pactuar a sua intervenção na República”, garantiu Sara Madruga da Costa, sublinhando que, “pese embora a cosmética, o PS, na hora da verdade, mostra sempre aquilo que é: um partido contra a Madeira”.