Carlos Pereira vai entregar requerimento junto do Governo da República para clarificar situação da UMa

O deputado socialista na Assembleia da República, Carlos Pereira, anunciou esta manhã que irá com o seu partido entregar  um requerimento junto do Governo da República "de modo a clarificar a situação e assegurar que esta controvérsia [tema...

Carlos Pereira vai entregar requerimento junto do Governo da República para clarificar situação da UMa
O deputado socialista na Assembleia da República, Carlos Pereira, anunciou esta manhã que irá com o seu partido entregar  um requerimento junto do Governo da República "de modo a clarificar a situação e assegurar que esta controvérsia [tema da manchete da edição do JM desta segunda-feira sobre o apoio recusado à UMa] não tem fundamento ou , a ter, será ultrapassada".   Tal como o JM trouxe na edição de hoje, por cada um dos próximos anos, a Universidade dos Açores vai receber 1,2 milhões de euros. O valor é idêntico ao que foi pedido pelos deputados do PSD das duas regiões autónomas, mas recusado a semana passada em Orçamento de Estado. O resultado é que o dinheiro que era para as duas universidades fica apenas na dos Açores. Em reação a esta notícia, o deputado socialista começa por dizer que foi "surpreendido" com a notícia e confessa que não conhece os termos desse tal acordo que, "supostamente, ocorreu entre governos". "Sei que a Universidade dos Açores foi a única a não assinar o acordo de programação financeira para os próximos anos, criando logo problemas de gestão à entidade. Esta posição de força assumida pelo reitor da dita universidade é legítima mas as suas consequências não podem ser derramadas sobre outros ou outras universidades . É um precedente grave e a merecer ponderação se o MCT deixa-se pressionar está a passar sinais errados para outros", comenta. Carlos Pereira esclarece também que "esta suposta decisão não ocorreu no quadro orçamental onde fui protagonista e empenhei-me em assegurar uma boa proposta. Nenhum acordo desta natureza foi negociado no orçamento. Tal como foi apresentado e sem ter mais pormenores, este suposto acordo tem a minha oposição por razões de bom senso, coerência e justiça: não se trata de forma diferente o que é igual e, sobretudo, não abona a favor da credibilidade governativa e da boa relação institucional entre governos", declara. "Admito ainda que exista uma boa explicação e durante o dia de hoje entregaremos um requerimento junto do governo da república de modo a clarificar a situação e assegurar que esta controvérsia não tem fundamento ou, a ter, será ultrapassada", anuncia.