CDU adverte que o Funchal deve ser de todos

A CDU promoveu hoje uma iniciativa política, intitulada como ‘Direito à Cidade’, no Molhe da Pontinha, de forma a denunciar a destruição da orla costeira do concelho do Funchal. A deputada Herlanda Amado, porta-voz da iniciativa, afirmou que a orla costeira do concelho do Funchal está lamentável e ilegítima, o que se traduz na maior negligência política dos últimos anos por parte do governo regional. Para a parlamentar, a orla costeira entre a Pontinha e o Lido e toda zona litoral entre a praia do Toco e a ponta do Lazareto foram intervencionadas para garantir que apenas alguns tivessem direito a um ‘’Funchal resort’’ quando a grande maioria utiliza e vive numa ‘’cidade gueto’’. Helena Amado destaca que as populações têm sido expulsas e abandonadas da cidade, mas o mais grave é que o próprio governo regional está a tomar conta do Funchal, a conta de interesses económicos, favorecendo alguns em detrimentos da grande maioria. Salientou ainda que o Funchal é de todos e deve continuar a ser, ou seja, ser de quem nos visita e de quem reside.

CDU adverte que o Funchal deve ser de todos
A CDU promoveu hoje uma iniciativa política, intitulada como ‘Direito à Cidade’, no Molhe da Pontinha, de forma a denunciar a destruição da orla costeira do concelho do Funchal. A deputada Herlanda Amado, porta-voz da iniciativa, afirmou que a orla costeira do concelho do Funchal está lamentável e ilegítima, o que se traduz na maior negligência política dos últimos anos por parte do governo regional. Para a parlamentar, a orla costeira entre a Pontinha e o Lido e toda zona litoral entre a praia do Toco e a ponta do Lazareto foram intervencionadas para garantir que apenas alguns tivessem direito a um ‘’Funchal resort’’ quando a grande maioria utiliza e vive numa ‘’cidade gueto’’. Helena Amado destaca que as populações têm sido expulsas e abandonadas da cidade, mas o mais grave é que o próprio governo regional está a tomar conta do Funchal, a conta de interesses económicos, favorecendo alguns em detrimentos da grande maioria. Salientou ainda que o Funchal é de todos e deve continuar a ser, ou seja, ser de quem nos visita e de quem reside.