CDU apela pelo direito ao transporte público em segurança

A CDU esteve ao longo desta manhã, em contactos com a população de Santo António, para dar a conhecer a Resolução aprovada ontem na sessão ordinária da Assembleia Municipal do Funchal e que "vai ao encontro das reivindicações dos utilizadores de transportes públicos". De acordo com Herlanda Amaro, na Proposta de Resolução "Reforço dos transportes Públicos, apresentada pela CDU, foi deliberado que a Câmara Municipal do Funchal, "intervenha junto do Governo Regional e da Empresa 'Horários do Funchal' no sentido de serem reforçadas as carreiras e repostos os horários suprimidos". A deputada municipal diz que "subsistem as dificuldades a quem circula nos transportes públicos no Funchal, devido a um crescente condicionamento que é urgente ser resolvido e em contraciclo ao que se passa no resto do país, onde começam a ser estudadas possibilidades de reforço, para que o distanciamento físico recomendado pelas autoridades de saúde seja cumprido, na Madeira é exactamente ao contrário, no caso particular do Funchal, com a supressão de horários, obriga a um congestionamento e concentração de pessoas, que não é o desejado nem recomendado, num momento como aquele em que vivemos". Denunciou igualmente "a postura de desrespeito para com o Funchalenses da parte do PSD e CDS, que votaram contra esta proposta, ficando claro que estes partidos com este posicionamento ontem na Assembleia Municipal, não se preocupam nem querem defender os Funchalenses. Estes partidos estão tão ocupados a defender o Governo Regional que nem assumem o papel para o qual foram eleitos, que é o de defender os Funchalenses. "É urgente que a Câmara Municipal do Funchal intervenha junto do Governo Regional e da empresa "Horários do Funchal" no sentido de serem repostos os horários entretanto suprimidos e reforçadas as carreiras já existentes, garantindo a quem se desloca diariamente em transportes públicos e a quem trabalha na empresa, viajar em segurança e respeitar aquelas que são as medidas em vigor, devido à covid-19", sustentou.

CDU apela pelo direito ao transporte público em segurança
A CDU esteve ao longo desta manhã, em contactos com a população de Santo António, para dar a conhecer a Resolução aprovada ontem na sessão ordinária da Assembleia Municipal do Funchal e que "vai ao encontro das reivindicações dos utilizadores de transportes públicos". De acordo com Herlanda Amaro, na Proposta de Resolução "Reforço dos transportes Públicos, apresentada pela CDU, foi deliberado que a Câmara Municipal do Funchal, "intervenha junto do Governo Regional e da Empresa 'Horários do Funchal' no sentido de serem reforçadas as carreiras e repostos os horários suprimidos". A deputada municipal diz que "subsistem as dificuldades a quem circula nos transportes públicos no Funchal, devido a um crescente condicionamento que é urgente ser resolvido e em contraciclo ao que se passa no resto do país, onde começam a ser estudadas possibilidades de reforço, para que o distanciamento físico recomendado pelas autoridades de saúde seja cumprido, na Madeira é exactamente ao contrário, no caso particular do Funchal, com a supressão de horários, obriga a um congestionamento e concentração de pessoas, que não é o desejado nem recomendado, num momento como aquele em que vivemos". Denunciou igualmente "a postura de desrespeito para com o Funchalenses da parte do PSD e CDS, que votaram contra esta proposta, ficando claro que estes partidos com este posicionamento ontem na Assembleia Municipal, não se preocupam nem querem defender os Funchalenses. Estes partidos estão tão ocupados a defender o Governo Regional que nem assumem o papel para o qual foram eleitos, que é o de defender os Funchalenses. "É urgente que a Câmara Municipal do Funchal intervenha junto do Governo Regional e da empresa "Horários do Funchal" no sentido de serem repostos os horários entretanto suprimidos e reforçadas as carreiras já existentes, garantindo a quem se desloca diariamente em transportes públicos e a quem trabalha na empresa, viajar em segurança e respeitar aquelas que são as medidas em vigor, devido à covid-19", sustentou.