Cem dos 800 emigrantes que regressaram a Portugal com apoio do Estado estão no interior

Cem dos 800 emigrantes que regressaram a Portugal no último ano com ajudas do Estado estão a trabalhar no interior do país, tendo por isso recebido um maior apoio monetário, segundo dados oficiais. Dados do Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social avançados à agência Lusa, referem que desde que as candidaturas arrancaram, há um ano, o Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP) recebeu 1.400 candidaturas ao Programa Regressar, que tem como objetivo promover e apoiar o regresso a Portugal dos emigrantes, bem como dos seus descendentes e outros familiares. Estas 1.400 candidaturas correspondem a mais de 3.000 pessoas abrangidas, incluindo os respetivos agregados familiares. Das candidaturas aprovadas, 800 emigrantes portugueses já estão em Portugal e a receberem os apoios, num total de 3,5 milhões de euros em apoios. Entre estes, 100 optaram pelo interior de Portugal e, por isso, recebem mais 25% do que os 7.021 euros definidos no programa, num total de até 7.679 euros.

Cem dos 800 emigrantes que regressaram a Portugal com apoio do Estado estão no interior
Cem dos 800 emigrantes que regressaram a Portugal no último ano com ajudas do Estado estão a trabalhar no interior do país, tendo por isso recebido um maior apoio monetário, segundo dados oficiais. Dados do Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social avançados à agência Lusa, referem que desde que as candidaturas arrancaram, há um ano, o Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP) recebeu 1.400 candidaturas ao Programa Regressar, que tem como objetivo promover e apoiar o regresso a Portugal dos emigrantes, bem como dos seus descendentes e outros familiares. Estas 1.400 candidaturas correspondem a mais de 3.000 pessoas abrangidas, incluindo os respetivos agregados familiares. Das candidaturas aprovadas, 800 emigrantes portugueses já estão em Portugal e a receberem os apoios, num total de 3,5 milhões de euros em apoios. Entre estes, 100 optaram pelo interior de Portugal e, por isso, recebem mais 25% do que os 7.021 euros definidos no programa, num total de até 7.679 euros.