Coordenador do Sindicato dos Professores da Madeira explica erro e repudia ataques nas redes sociais

Francisco Oliveira, coordenador do Sindicato dos Professores da Madeira, reagiu esta quinta-feira, com uma publicação partilhada nas redes sociais do sindicato, às imagens que têm circulado desde ontem, nas quais o professor é visto a segurar um cartaz com um erro de grafia, durante um protesto em frente à Assembleia Legislativa Regional. “Ontem, durante a ação de luta ‘Por Assembleia Legislativa Regional aberta e ao serviço dos cidadãos’, fui portador de um cartaz que continha um erro de grafia, que, apesar de não ser da minha responsabilidade, teve visibilidade pública. É evidente que, não só lamento o facto, como assumo toda a responsabilidade”, começa por referir. “Julgo que a ninguém de boa-fé e intelectualmente sério passará pela cabeça que tenha sido eu o autor daquela frase ou que não saiba escrever corretamente aquela palavra. O que aconteceu foi que, na azáfama da concretização da iniciativa, aquele cartaz veio ter às minhas mãos, sem que me passasse pela cabeça a necessidade de fazer a sua revisão ortográfica”, explicou. “Com certeza que há um responsável, mas, como ele não cometeu nenhum crime, não o vou expor à barbárie das redes sociais, já que passariam a ter duas vítimas em vez de uma e a carnificina seria bem maior. Para os canibais dessas redes, aqui estou eu, de peito aberto, para o sacrifício. Sim, em 24 horas já deu para ver que os que não gostam da ação do SPM estão a aproveitar-se da situação para me sanear e para pôr em causa a credibilidade do SPM. Por mim, estejam certos, continuarei em frente, olhando olhos nos olhos quem suportar o meu olhar. Não esperem ver-me comprometido a olhar, a tremer de medo e de vergonha, o chão. Na verdade, não preciso de me levantar, porque não caí. Tropeção pequeno, este”, pode ler-se ainda na publicação.

Coordenador do Sindicato dos Professores da Madeira explica erro e repudia ataques nas redes sociais
Francisco Oliveira, coordenador do Sindicato dos Professores da Madeira, reagiu esta quinta-feira, com uma publicação partilhada nas redes sociais do sindicato, às imagens que têm circulado desde ontem, nas quais o professor é visto a segurar um cartaz com um erro de grafia, durante um protesto em frente à Assembleia Legislativa Regional. “Ontem, durante a ação de luta ‘Por Assembleia Legislativa Regional aberta e ao serviço dos cidadãos’, fui portador de um cartaz que continha um erro de grafia, que, apesar de não ser da minha responsabilidade, teve visibilidade pública. É evidente que, não só lamento o facto, como assumo toda a responsabilidade”, começa por referir. “Julgo que a ninguém de boa-fé e intelectualmente sério passará pela cabeça que tenha sido eu o autor daquela frase ou que não saiba escrever corretamente aquela palavra. O que aconteceu foi que, na azáfama da concretização da iniciativa, aquele cartaz veio ter às minhas mãos, sem que me passasse pela cabeça a necessidade de fazer a sua revisão ortográfica”, explicou. “Com certeza que há um responsável, mas, como ele não cometeu nenhum crime, não o vou expor à barbárie das redes sociais, já que passariam a ter duas vítimas em vez de uma e a carnificina seria bem maior. Para os canibais dessas redes, aqui estou eu, de peito aberto, para o sacrifício. Sim, em 24 horas já deu para ver que os que não gostam da ação do SPM estão a aproveitar-se da situação para me sanear e para pôr em causa a credibilidade do SPM. Por mim, estejam certos, continuarei em frente, olhando olhos nos olhos quem suportar o meu olhar. Não esperem ver-me comprometido a olhar, a tremer de medo e de vergonha, o chão. Na verdade, não preciso de me levantar, porque não caí. Tropeção pequeno, este”, pode ler-se ainda na publicação.