Covid-19: Trabalhadores dos CTT reivindicam aplicação de medidas de salvaguarda da saúde

A Comissão de Trabalhadores dos CTT reivindicou junto da empresa a aplicação de um conjunto de medidas para salvaguardar a saúde dos funcionários que estão ao serviço e a divulgação das mesmas junto dos funcionários, para que sejam devidamente praticadas. Num ofício enviado ao Conselho de Administração dos CTT, a Comissão de Trabalhadores (CT) criticou a insuficiência de materiais e equipamentos de proteção em muitos locais de trabalho, onde “faltam máscaras, luvas, desinfetante e lenços de papel”. A CT considerou uma boa medida a criação, pela empresa, de um kit de proteção para cada trabalhador, mas lamentou que ainda não tenha sido concretizada. Considerou ainda urgente que a empresa reforce, tal como tinha anunciado, a limpeza e higienização de instalações e equipamentos de trabalho e exortou os CTT a comprarem os produtos necessários e darem as orientações técnicas para que tal seja concretizado. A CT defendeu que a reformulação dos horários de trabalho deve ser igual para todos os funcionários que estão ao serviço e instou a empresa a reduzir o número de trabalhadores em permanência simultânea em cada local, dividindo os trabalhadores em grupos que cumpram a quarentena quinzenal de forma rotativa. Dado que muitos trabalhadores da distribuição não têm onde tomar refeições ou ir à casa de banho, a CT considerou que lhes deve ser aplicado o horário de trabalho contínuo e defendeu que deve ser restringido o tipo de objetos aceites ou recolhidos e a distribuir a produtos de primeira necessidade, para evitar contactos desnecessários, cumprindo a determinação do Governo. “Esperamos e fazemos votos, vivamente, de que a empresa tome, efetivamente, todas as medidas que se impõem, por forma a eliminar os perigos que os trabalhadores estão a correr (…) e assuma a sua responsabilidade social para com os trabalhadores e a sociedade em geral”, concluiu a CT no documento enviado aos CTT.

Covid-19: Trabalhadores dos CTT reivindicam aplicação de medidas de salvaguarda da saúde
A Comissão de Trabalhadores dos CTT reivindicou junto da empresa a aplicação de um conjunto de medidas para salvaguardar a saúde dos funcionários que estão ao serviço e a divulgação das mesmas junto dos funcionários, para que sejam devidamente praticadas. Num ofício enviado ao Conselho de Administração dos CTT, a Comissão de Trabalhadores (CT) criticou a insuficiência de materiais e equipamentos de proteção em muitos locais de trabalho, onde “faltam máscaras, luvas, desinfetante e lenços de papel”. A CT considerou uma boa medida a criação, pela empresa, de um kit de proteção para cada trabalhador, mas lamentou que ainda não tenha sido concretizada. Considerou ainda urgente que a empresa reforce, tal como tinha anunciado, a limpeza e higienização de instalações e equipamentos de trabalho e exortou os CTT a comprarem os produtos necessários e darem as orientações técnicas para que tal seja concretizado. A CT defendeu que a reformulação dos horários de trabalho deve ser igual para todos os funcionários que estão ao serviço e instou a empresa a reduzir o número de trabalhadores em permanência simultânea em cada local, dividindo os trabalhadores em grupos que cumpram a quarentena quinzenal de forma rotativa. Dado que muitos trabalhadores da distribuição não têm onde tomar refeições ou ir à casa de banho, a CT considerou que lhes deve ser aplicado o horário de trabalho contínuo e defendeu que deve ser restringido o tipo de objetos aceites ou recolhidos e a distribuir a produtos de primeira necessidade, para evitar contactos desnecessários, cumprindo a determinação do Governo. “Esperamos e fazemos votos, vivamente, de que a empresa tome, efetivamente, todas as medidas que se impõem, por forma a eliminar os perigos que os trabalhadores estão a correr (…) e assuma a sua responsabilidade social para com os trabalhadores e a sociedade em geral”, concluiu a CT no documento enviado aos CTT.