Dário Silva descreve “palhaçada”, “vingança” e “crime” na noite do Funchal

Depois de ter criticado aquilo que considerou “dois pesos e duas medidas” na forma como as autoridades abordaram o rali, em contraponto com as restrições existentes na noite madeirense, Dário Silva, do Grupo Café Teatro, não calou a sua indignação por aquilo que diz ter sido uma “vingança”. Relata que às 00h30 desta madrugada, a PSP mandou encerrar a Venda Velha, ação que classificou como sendo “absolutamente vergonhosa” e deixou uma pergunta ao “senhor secretário da Economia: o que é esta palhaçada?”. “Este é o primeiro Governo de coligação da Madeira e não vai querer ficar na história como o maior a nível de desemprego e falências!”, prosseguiu. Entende mesmo que depois do que se passou no rali “isto é um crime”, questionando a dualidade de critérios. “Não queremos injustiças, apenas queremos sobreviver e igualdade… queremos apenas trabalhar e salvar postos de trabalho”, argumentou.

Dário Silva descreve “palhaçada”, “vingança” e “crime” na noite do Funchal
Depois de ter criticado aquilo que considerou “dois pesos e duas medidas” na forma como as autoridades abordaram o rali, em contraponto com as restrições existentes na noite madeirense, Dário Silva, do Grupo Café Teatro, não calou a sua indignação por aquilo que diz ter sido uma “vingança”. Relata que às 00h30 desta madrugada, a PSP mandou encerrar a Venda Velha, ação que classificou como sendo “absolutamente vergonhosa” e deixou uma pergunta ao “senhor secretário da Economia: o que é esta palhaçada?”. “Este é o primeiro Governo de coligação da Madeira e não vai querer ficar na história como o maior a nível de desemprego e falências!”, prosseguiu. Entende mesmo que depois do que se passou no rali “isto é um crime”, questionando a dualidade de critérios. “Não queremos injustiças, apenas queremos sobreviver e igualdade… queremos apenas trabalhar e salvar postos de trabalho”, argumentou.