Deputados sociais-democratas criticam discurso de António Costa

Sara Madruga da Costa e Paulo Neves criticam discurso do primeiro-ministro na apresentação do programa de Governo que decorreu hoje na Assembleia da República. “É inadmissível que o primeiro-ministro António Costa tenha omitido as questões...

Deputados sociais-democratas criticam discurso de António Costa
Sara Madruga da Costa e Paulo Neves criticam discurso do primeiro-ministro na apresentação do programa de Governo que decorreu hoje na Assembleia da República. “É inadmissível que o primeiro-ministro António Costa tenha omitido as questões pendentes com a Madeira do seu discurso sobre o programa de Governo e é lamentável que a única referência, vaga, tenha saído quase forçada a propósito do novo hospital, com o qual se compromete sem, todavia, adiantar nem como nem quando nem através de que valores”. Sara Madruga da Costa reagiu assim aos discursos que hoje, na Assembleia da República, marcaram a abertura do debate sobre o programa de Governo nacional para 2020, vincando ser “lamentável que o Governo da República, ora empossado, tenha evidenciado, nesta sua estreia e, concretamente na pessoa de António Costa, a mesma postura discriminatória de sempre para com a Região, que ignorou e relegou para segundo plano, tal como o fez no documento ora em apreciação”. A deputada social-demovrata reitera, de acordo com a informação partilhada na página oficial do Facebook do PSD-Madeira, o compromisso do PSD nesta e nas restantes matérias que se encontram pendentes com o Governo da República: “da nossa parte, nós, deputados social-democratas, continuaremos a trabalhar para que o Estado Português assuma as suas responsabilidades e cumpra com os seus compromissos e, tal como desde a primeira hora, continuaremos a exigir que o financiamento para novo hospital da Madeira seja clarificado e cumprido”, disse. Do mesmo modo, e pela mesma via, Paulo Neves tabém critica o discurso do primeiro-ministro. "Para quem está disposto a criar novas estruturas tendentes a assegurar a concertação com as autonomias regionais, deixou muito a desejar o discurso do primeiro-ministro António Costa, hoje, na abertura da discussão sobre o programa de Governo para 2020. Um discurso que mais uma vez omitiu quaisquer referências aos dossiês estruturantes que se encontram pendentes com a Madeira, nomeadamente o da mobilidade, dossiês que, de forma recorrente, continuam a ser protelados pelo Governo da República”.