Dois suspeitos de tráfico de droga detidos e extraditados para Portugal

Dois homens suspeitos de tráfico de droga e de associação criminosa foram detidos no Montenegro e extraditados para Portugal, onde estão a ser alvo de um processo-crime, anunciou hoje a Polícia Judiciária (PJ). A detenção e extradição dos dois alegados traficantes teve lugar no fim de semana passado e resultou de uma operação conjunta da Polícia Judiciária - através da Unidade de Cooperação Internacional e da Unidade Nacional de Combate ao Tráfico de Estupefacientes – e das autoridades competentes do Montenegro. Em causa estão dois homens, de 47 e 53 anos, “fortemente indiciados pela prática dos crimes de tráfico ilícito de estupefacientes agravado e de associação criminosa”, no âmbito de um processo-crime a correr termos em Portugal, especifica a PJ, em comunicado. Os homens, um de dupla nacionalidade croata/holandesa e outro de nacionalidade croata, “são suspeitos de terem integrado uma organização criminosa de dimensão transnacional responsável pelo envio de grandes quantidades de cocaína da América do Sul para a Europa”. Em junho de 2018, foram detidos, juntamente com uma terceira pessoa, pela Polícia Judiciária, quando tripulavam uma embarcação de recreio que foi intercetada ao largo dos Açores com cerca de 1,4 toneladas de cocaína a bordo. A partir de determinado momento, e no âmbito do processo-crime, os três homens ficaram sujeitos às medidas de coação de obrigação de apresentação periódica às autoridades policiais e de proibição de se ausentarem de território nacional. No entanto, acabaram por violar as medidas coativas e fugiram do país para “parte incerta”. “Posteriormente e na sequência de diligências de investigação levadas a cabo pela Polícia Judiciária em estreita cooperação com as autoridades montenegrinas e croatas, os dois homens agora extraditados acabaram por ser localizados e detidos no Montenegro em cumprimento de mandados de detenção com eficácia internacional emitidos pelas autoridades judiciárias portuguesas”, acrescenta a nota. Os detidos aguardam agora o fim do processo em prisão preventiva.

Dois homens suspeitos de tráfico de droga e de associação criminosa foram detidos no Montenegro e extraditados para Portugal, onde estão a ser alvo de um processo-crime, anunciou hoje a Polícia Judiciária (PJ). A detenção e extradição dos dois alegados traficantes teve lugar no fim de semana passado e resultou de uma operação conjunta da Polícia Judiciária - através da Unidade de Cooperação Internacional e da Unidade Nacional de Combate ao Tráfico de Estupefacientes – e das autoridades competentes do Montenegro. Em causa estão dois homens, de 47 e 53 anos, “fortemente indiciados pela prática dos crimes de tráfico ilícito de estupefacientes agravado e de associação criminosa”, no âmbito de um processo-crime a correr termos em Portugal, especifica a PJ, em comunicado. Os homens, um de dupla nacionalidade croata/holandesa e outro de nacionalidade croata, “são suspeitos de terem integrado uma organização criminosa de dimensão transnacional responsável pelo envio de grandes quantidades de cocaína da América do Sul para a Europa”. Em junho de 2018, foram detidos, juntamente com uma terceira pessoa, pela Polícia Judiciária, quando tripulavam uma embarcação de recreio que foi intercetada ao largo dos Açores com cerca de 1,4 toneladas de cocaína a bordo. A partir de determinado momento, e no âmbito do processo-crime, os três homens ficaram sujeitos às medidas de coação de obrigação de apresentação periódica às autoridades policiais e de proibição de se ausentarem de território nacional. No entanto, acabaram por violar as medidas coativas e fugiram do país para “parte incerta”. “Posteriormente e na sequência de diligências de investigação levadas a cabo pela Polícia Judiciária em estreita cooperação com as autoridades montenegrinas e croatas, os dois homens agora extraditados acabaram por ser localizados e detidos no Montenegro em cumprimento de mandados de detenção com eficácia internacional emitidos pelas autoridades judiciárias portuguesas”, acrescenta a nota. Os detidos aguardam agora o fim do processo em prisão preventiva.