EUA apresentam "Plano de Transição Democrática" para a Venezuela

Os EUA estarão a preparar um " "Plano de Transição Democrática" para a Venezuela. De acordo com a agência Reuters, o plano prevê a suspensão das sanções dos EUA contra a Venezuela, incluindo as impostas ao sector petrolífero, com a contrapartida de criar-se um amplo governo de transição formado pela oposição e por alguns membros do partido de Nicolás Maduro. A proposta dos EUA prevê que Maduro "se afaste" e que a Assembleia nacional, controlada pela oposição, "eleja um governo inclusivo de transição aceitável pelas fações principais" e depois supervisione eleições no final deste ano. Este plano, explicou Elliot Abrams, o representante dos EUA para a Venezuela, não prevê que o presidente venezuelano seja forçado a partir para o exílio, sugerindo que ele poderia "teoricamente", candidatar-se na eleição. Segundo autoridades americanas, o plano dos Estados Unidos da América parte da proposta de Guaidó, que foi reconhecido pelos por mais de 50 outros países como o presidente interino da Venezuela. Ainda a respeito deste plano, Elliot Abrams acredita que, se este for aprovado, há possibilidade de a Venezuela receber ajuda do Fundo Monetário Internacional e a administração americana pedir ao Congresso que aprove assistência à Venezuela.

EUA apresentam "Plano de Transição Democrática" para a Venezuela
Os EUA estarão a preparar um " "Plano de Transição Democrática" para a Venezuela. De acordo com a agência Reuters, o plano prevê a suspensão das sanções dos EUA contra a Venezuela, incluindo as impostas ao sector petrolífero, com a contrapartida de criar-se um amplo governo de transição formado pela oposição e por alguns membros do partido de Nicolás Maduro. A proposta dos EUA prevê que Maduro "se afaste" e que a Assembleia nacional, controlada pela oposição, "eleja um governo inclusivo de transição aceitável pelas fações principais" e depois supervisione eleições no final deste ano. Este plano, explicou Elliot Abrams, o representante dos EUA para a Venezuela, não prevê que o presidente venezuelano seja forçado a partir para o exílio, sugerindo que ele poderia "teoricamente", candidatar-se na eleição. Segundo autoridades americanas, o plano dos Estados Unidos da América parte da proposta de Guaidó, que foi reconhecido pelos por mais de 50 outros países como o presidente interino da Venezuela. Ainda a respeito deste plano, Elliot Abrams acredita que, se este for aprovado, há possibilidade de a Venezuela receber ajuda do Fundo Monetário Internacional e a administração americana pedir ao Congresso que aprove assistência à Venezuela.