Ex-comandante da TAP criou turismo rural que faz furor na internet (imagens)

Uma jornalista da página ‘Magg’, pertencente ao jornal eletrónico Observador, esteve na Madeira e relatou a história de Carlos Vidal, “o ex-comandante da TAP que entregou o seu coração a um moinho abandonando no Faial, na ilha da Madeira, e...

Ex-comandante da TAP criou turismo rural que faz furor na internet (imagens)
Uma jornalista da página ‘Magg’, pertencente ao jornal eletrónico Observador, esteve na Madeira e relatou a história de Carlos Vidal, “o ex-comandante da TAP que entregou o seu coração a um moinho abandonando no Faial, na ilha da Madeira, e criou um local de sonho para receber turistas”. Após uma ventura pelo Curral das Freiras, Mariana Gonçalves Miranda conta como chegou “esbaforida”, como fome e sono, ao Moinho do Comandante, no qual esteve alojada a convite do proprietário. “De repente, vejo finalmente o sítio onde estou. E eu vou tentar descrevê-lo o melhor que conseguir, mas espero que entendam: não vou ser capaz. Não a 100%. Porque há coisas que se sentem, não se explicam. Há imagens que valem mesmo mais do que mil palavras, e não é em fotos. Leitores, eu descobri um sítio mágico. E não sei sequer por onde começar”, escreve no artigo. Depois, conta-nos que o Moinho do Comandante tem duas casas: o Moinho do Comandante e a Casa das Flores. O primeiro com capacidade para seis pessoas, com uma sala, cozinha, uma suite (duas pessoas) e uma suite familiar (cama de casal mais duas camas, quatro pessoas); e a segunda que dá para duas pessoas e tem uma sala, cozinha e suite. “O maior elogio que posso fazer ao Moinho do Comandante é este: já dormi em muitos hotéis, turismos rurais e empreendimentos turísticos que custaram milhões e milhões de euros. Já dormi em quartos com peças de arte, mobílias valiosas e até acabamentos em ouro. Nunca, em tempo algum, me senti tão bem e tão rapidamente em casa como no Moinho do Comandante”, prossegue a sua narração. A unidade está recheada de “objetos de outros tempos”, como chaleira, balanças e um quadro em cobre que representa a vida africana. Em e-mails trocados antes com Carlos Vidal, o comandante prometeu levá-la ao “melhor restaurante da Madeira”. E foi nesse jantar no Faísca que a narradora comeu “a melhor espetada de carne do mundo” e o” único bolo do caco realmente caseiro” que encontrou em toda a ilha. “O senhor Faísca nem sequer tinha percebido que eu era jornalista e já me estava a abrir as portas de casa. Agora a sério, isto não é incrível?”, questionou aos leitores. E assim foi a escapadinha de Marta na Madeira, cujo relato que dado nas vistas no mundo virtual.