Executado na Arábia Saudita alegado membro do Estado Islâmico

 Um homem acusado de pertencer ao grupo extremista Estado Islâmico (EI) foi hoje executado na Arábia Saudita, anunciaram as autoridades locais, que poderão em breve executar também um jovem ativista, segundo a Amnistia Internacional (AI). O preso executado hoje na Arábia Saudita é um cidadão egípcio, identificado como Walid al-Zuheiri, segundo o Ministério do Interior saudita. As execuções na Arábia Saudita são realizadas com sabre. A comissão de direitos humanos do Governo saudita anunciou em janeiro que havia reduzido em 85% as execuções de pessoas condenadas por crimes "não violentos", embora continue a aplicar a medida a casos de terrorismo, nos quais os dissidentes políticos são com frequência incluídos. A organização de direitos humanos Amnistia Internacional (AI) alertou hoje num comunicado que um jovem de 26 anos poderá ser em breve executado, o que "prejudicaria muito" a tendência de queda no número de execuções anuais, que em 2020 foram 85% menos que no ano anterior, quando a pena de morte foi aplicada a 184 reclusos.

Executado na Arábia Saudita alegado membro do Estado Islâmico
 Um homem acusado de pertencer ao grupo extremista Estado Islâmico (EI) foi hoje executado na Arábia Saudita, anunciaram as autoridades locais, que poderão em breve executar também um jovem ativista, segundo a Amnistia Internacional (AI). O preso executado hoje na Arábia Saudita é um cidadão egípcio, identificado como Walid al-Zuheiri, segundo o Ministério do Interior saudita. As execuções na Arábia Saudita são realizadas com sabre. A comissão de direitos humanos do Governo saudita anunciou em janeiro que havia reduzido em 85% as execuções de pessoas condenadas por crimes "não violentos", embora continue a aplicar a medida a casos de terrorismo, nos quais os dissidentes políticos são com frequência incluídos. A organização de direitos humanos Amnistia Internacional (AI) alertou hoje num comunicado que um jovem de 26 anos poderá ser em breve executado, o que "prejudicaria muito" a tendência de queda no número de execuções anuais, que em 2020 foram 85% menos que no ano anterior, quando a pena de morte foi aplicada a 184 reclusos.