Falta de técnicos condiciona as colheitas de sangue a partir de dia 1 de novembro

O Sindicato dos Médicos da Zona Sul (SMZS), no dia 17 de março de 2018, denunciou a falta de técnicos para colheira de sengue para análises clínicas no CHULN. Na altura, cerca de 100 médicos subscreveram um abaixo-assinado que acusava a falta...

Falta de técnicos condiciona as colheitas de sangue a partir de dia 1 de novembro
O Sindicato dos Médicos da Zona Sul (SMZS), no dia 17 de março de 2018, denunciou a falta de técnicos para colheira de sengue para análises clínicas no CHULN. Na altura, cerca de 100 médicos subscreveram um abaixo-assinado que acusava a falta destes técnicos, o que colocava graves problemas em termos de desempenho do trabalho médico, tendo em conta que neste Centro Hospitalar a colheita de sangue, na maioria dos serviços, não é assumida pelos enfermeiros.   Na mesma data, o anterior Conselho de Administração (CA) contratou técnicos, mas perante a ausência de renovação dos contratos, a situação repete-se e dura desde há vários meses. Com o decorrer do processo, no dia 17 de outubro de 2019, os médicos de Gastrenterologia avançaram novamente com outro abaixo-assinado, onde exigiam “as condições adequadas para o exercício da sua profissão, que favorecem os médicos e os cuidados aos doentes”, pode ler-se numa nota de imprensa enviada ao JM. Os médicos do Serviço de Gastrenterologia mostram no comunicado referenciado, que decidiram pôr termo à inercia atual do CA afirmando, desta forma “a responsabilização da Administração do CHULN pela falta de técnicos no Serviço de Gastrenterologia; que não asseguram as colheitas de sangue a partir de dia 1 de novembro, exceto em situações de emergência e quaisquer consequências, por falta de condições técnicas que comprometam os cuidados aos doentes, serão reportadas às entidades reguladoras”.