Governo gastou 600 mil euros em formação dos profissionais de Protecção Civil

“Todo o cidadão deve ter conhecimento de suporte básico de vida”, defendeu, esta tarde, o secretário regional da Saúde e Proteção Civil. Pedro Ramos falava aos jornalistas durante a visita que efetuou a um projeto de divulgação junto da população...

Governo gastou 600 mil euros em formação dos profissionais de Protecção Civil
“Todo o cidadão deve ter conhecimento de suporte básico de vida”, defendeu, esta tarde, o secretário regional da Saúde e Proteção Civil. Pedro Ramos falava aos jornalistas durante a visita que efetuou a um projeto de divulgação junto da população madeirense sobre os gestos que salvam vidas, o qual decorre no Madeira Shopping e que é subordinada ao tema ‘3 dias, 3 centros, 3 gestos’. O objetivo do programa é tornar a população da Madeira com mais conhecimento na área, fazendo com que em cada cidadão haja um socorrista. O programa tem chegado à maioria das escolas da Região, conforme sublinhou o secretário regional da Saúde e Proteção Civil, tendo adiantado que a presença da equipa num espaço visitado por muita gente, é uma oportunidade para formar mais pessoas. Este projeto vai passar pelas duas outras grandes superfícies comerciais da Madeira. Pedro Ramos aproveitou a ocasião para lembrar que tem sido muita a formação junto da comunidade, mas também dos próprios profissionais. Na última Legislatura, o Governo gastou 600 mil euros na formação dos seus profissionais, e o caminho é esse. Se apenas 5% tem formação no suporte básico de vida, como dizem indicadores mundiais, há ainda um longo caminho a percorrer, como admitiu o secretário regional da Saúde e Proteção Civil, o qual promete que, depois das grandes superfícies, as formações passarão para as empresas. Visando o desenvolvimento de uma cultura de cidadania cada vez mais responsável, pretende-se alargar os conhecimentos ao nível da cadeia de sobrevivência, divulgando os procedimentos a realizar quando o coração está parado, suportando a vida com compressões torácicas, até a chegada dos serviços de emergência especializados. O projeto está a ser levado a cabo por enfermeiros do SEMER (Serviço de Emergência Médica Regional), Bombeiros Voluntários Madeirenses, Sapadores do Funchal e Cruz Vermelha Portuguesa.