Homem agrediu violentamente um polícia numa discoteca em Lisboa

Um homem de 26 anos ficou em prisão preventiva por ter agredido com violência um polícia, que estava de folga, na cabeça com um copo, numa discoteca em Lisboa, anunciou hoje a PSP em comunicado. Segundo esta força policial, a agressão aconteceu...

Homem agrediu violentamente um polícia numa discoteca em Lisboa
Um homem de 26 anos ficou em prisão preventiva por ter agredido com violência um polícia, que estava de folga, na cabeça com um copo, numa discoteca em Lisboa, anunciou hoje a PSP em comunicado. Segundo esta força policial, a agressão aconteceu no dia 29 de setembro, às 03:30, quando a vítima “se encontrava com amigos no interior de um estabelecimento de diversão noturna”. A vítima observou uma “altercação entre um grupo e um funcionário do estabelecimento” e, quando tentou acalmar os ânimos, foi agredida na cabeça “com um copo de vidro”, que lhe provocou “um corte de três centímetro”. O homem “caiu no chão” devido ao golpe desferido pelo agressor, mas isso “não impediu que o grupo”, principalmente o “agora detido”, lhe dessem “pontapés e socos” até a “vítima perder os sentidos”, indicou a PSP. O polícia, que se encontrava de folga, foi assistido “no local pelo INEM” e levado depois para o hospital, onde foi “suturado com vários pontos na cabeça”. A PSP informou que a agressão provocou “fortes e irreversíveis danos corporais na vítima”, por ter atingido uma “zona vital (a cabeça)”, mas também “danos psicológicos” devido ao incidente violento por que passou. Segundo a mesma fonte, as descrições dadas pelo agredido e pelas testemunhas ajudaram a identificar o suspeito que, depois de “cinco dias” de perseguição, foi detido numa “casa de jogo em Lisboa, local que costumava frequentar”. Os polícias verificaram que o homem é “especialmente violento”, tendo um histórico de agressões a homens e mulheres, “inclusive agentes de autoridade”, e que tinha em sua posse “armas proibidas, em concreto armas de fogo”. O detido já foi condenado por conduzir sem carta e por “tráfico de estupefacientes” e, quando foi presente ao Tribunal Judicial da Comarca de Lisboa, para o primeiro interrogatório, a medida de coação aplicada foi a prisão preventiva.