Horários do Funchal diz que não tem transportado gente a mais

A garantia foi dada pelo presidente do Conselho de Administração da Horários do Funchal. Contudo, imagens divulgadas nas redes sociais contrariam esta visão.  Em causa está o distanciamento social no interior dos autocarros, tanto das carreiras interurbanas como urbanas, da operadora madeirense. O assunto foi trazido à baila por Raimundo Quintal. O geógrafo enviou ao JM imagens sugestivas de que algo poderá não estar a ser cumprido.  Ao invés, Alejandro Gonçalves, dirigente da Horários do Funchal, afirma que tudo está controlado, sublinhando que não há motivos para alarmismos, uma vez que a empresa está a cumprir com as regras emanadas das autoridades de transporte e saúde, respetivamente. O líder da empresa recordou que, apesar das imagens ilustrarem um aglomerado significativo, a obrigatoriedade do uso de máscara e a existência, à entrada dos autocarros, de frascos de álcool gel são suficientes para evitar uma “eventual” propagação. Até porque, conforme confidenciou ao JM, e – parafraseando o ministro do Ambiente – “o perigo de contágio nos transportes públicos é mínimo, porque os autocarros são todos desinfetados”, atestou. Instado a pronunciar-se acerca das imagens veiculadas, que colocam em questão o distanciamento social, imperativo em qualquer espaço público, Alejandro Gonçalves foi perentório: “Se for para aplicar a regra do distanciamento de dois metros numa carreira interurbana em que o carro tem uma lotação máxima de 66 lugares, apenas poderiam ir nesse autocarro seis pessoas. Não há uma regra de distanciamento social nos transportes públicos. A largura de um autocarro são 2,5 metros e meio”.  Já presumíveis cenários de recusa de passageiros, por virtude da lotação máxima imposta, não ocorreram na Horários do Funchal durante este período pandémico. Quando isso acontece o motorista requer o reforço da carreira o que pressupõe uma nova saída de veículo para efetuar o excedente de passageiros. Algo que, até agora, não foi solicitado.  Apesar da aparente celeuma, salienta: “atualmente, situamo-nos nos 64% em termos de ocupação média, mesmo com o início das aulas”, aditando que um autocarro capacitado para 100 lugares, apenas transporta 64 passageiros”.

Horários do Funchal diz que não tem transportado gente a mais
A garantia foi dada pelo presidente do Conselho de Administração da Horários do Funchal. Contudo, imagens divulgadas nas redes sociais contrariam esta visão.  Em causa está o distanciamento social no interior dos autocarros, tanto das carreiras interurbanas como urbanas, da operadora madeirense. O assunto foi trazido à baila por Raimundo Quintal. O geógrafo enviou ao JM imagens sugestivas de que algo poderá não estar a ser cumprido.  Ao invés, Alejandro Gonçalves, dirigente da Horários do Funchal, afirma que tudo está controlado, sublinhando que não há motivos para alarmismos, uma vez que a empresa está a cumprir com as regras emanadas das autoridades de transporte e saúde, respetivamente. O líder da empresa recordou que, apesar das imagens ilustrarem um aglomerado significativo, a obrigatoriedade do uso de máscara e a existência, à entrada dos autocarros, de frascos de álcool gel são suficientes para evitar uma “eventual” propagação. Até porque, conforme confidenciou ao JM, e – parafraseando o ministro do Ambiente – “o perigo de contágio nos transportes públicos é mínimo, porque os autocarros são todos desinfetados”, atestou. Instado a pronunciar-se acerca das imagens veiculadas, que colocam em questão o distanciamento social, imperativo em qualquer espaço público, Alejandro Gonçalves foi perentório: “Se for para aplicar a regra do distanciamento de dois metros numa carreira interurbana em que o carro tem uma lotação máxima de 66 lugares, apenas poderiam ir nesse autocarro seis pessoas. Não há uma regra de distanciamento social nos transportes públicos. A largura de um autocarro são 2,5 metros e meio”.  Já presumíveis cenários de recusa de passageiros, por virtude da lotação máxima imposta, não ocorreram na Horários do Funchal durante este período pandémico. Quando isso acontece o motorista requer o reforço da carreira o que pressupõe uma nova saída de veículo para efetuar o excedente de passageiros. Algo que, até agora, não foi solicitado.  Apesar da aparente celeuma, salienta: “atualmente, situamo-nos nos 64% em termos de ocupação média, mesmo com o início das aulas”, aditando que um autocarro capacitado para 100 lugares, apenas transporta 64 passageiros”.