Infantário 'O Principezinho' assegura que os dois casos são de origem externa

A direção do infantário 'O Principezinho' confirma em comunicado que o estabelecimento de educação encerrou temporariamente na sequência de um segundo teste positivo à covid-19 envolvendo uma criança e que os dois casos estão associados a uma cadeia de transmissão externa ao infantário. O encerramento, adianta a mesma entidade, decorre das orientações dos Serviços Regionais de Saúde, da Delegação de Saúde de Santa Cruz, do Governo Regional e da Secretaria Regional de Educação. "Com este encerramento temporário, pretende-se, de forma civicamente responsável, minimizar novas transmissões do vírus e, consequentemente, a sua propagação na comunidade, salvaguardando a saúde pública", sublinha a direção administrativa. Esclarecem os responsáveis pela escola que os dois casos, detetados esta semana, derivam da mesma cadeia comunitária de transmissão, externa ao infantário, não havendo, até ao momento, qualquer indício de transmissão dentro do estabelecimento. A administração adianta que a data de reabertura ao público ficará dependente das orientações das entidades referidas e acrescenta que a instituição tem, no seu plano de contingência, "para além de fortes medidas de higiene e desinfeção, a implementação de seis diferentes portas de entrada para o edifício, de forma a promover o distanciamento entre os seus utentes, nas horas de entrega e recolha das crianças". O infantário "tem, igualmente, implementado, desde setembro de 2020, um Plano de Higiene e Segurança Covid-19, sob orientação da Safe Madeira e realiza periodicamente exames médicos a todas as suas funcionárias no âmbito da Medicina do Trabalho. Tem igualmente em vigor o Plano de Higiene e Segurança no Trabalho e o HACCP (Higiene e Segurança Alimentar).  "Estes planos pretendem ser um veículo preventivo no combate a todo e qualquer problema de saúde que possa vir a afetar as crianças, respetivas famílias e as funcionárias deste estabelecimento de educação infantil e/ou pôr em risco a saúde pública", conclui a direção.  

Infantário 'O Principezinho' assegura que os dois casos são de origem externa
A direção do infantário 'O Principezinho' confirma em comunicado que o estabelecimento de educação encerrou temporariamente na sequência de um segundo teste positivo à covid-19 envolvendo uma criança e que os dois casos estão associados a uma cadeia de transmissão externa ao infantário. O encerramento, adianta a mesma entidade, decorre das orientações dos Serviços Regionais de Saúde, da Delegação de Saúde de Santa Cruz, do Governo Regional e da Secretaria Regional de Educação. "Com este encerramento temporário, pretende-se, de forma civicamente responsável, minimizar novas transmissões do vírus e, consequentemente, a sua propagação na comunidade, salvaguardando a saúde pública", sublinha a direção administrativa. Esclarecem os responsáveis pela escola que os dois casos, detetados esta semana, derivam da mesma cadeia comunitária de transmissão, externa ao infantário, não havendo, até ao momento, qualquer indício de transmissão dentro do estabelecimento. A administração adianta que a data de reabertura ao público ficará dependente das orientações das entidades referidas e acrescenta que a instituição tem, no seu plano de contingência, "para além de fortes medidas de higiene e desinfeção, a implementação de seis diferentes portas de entrada para o edifício, de forma a promover o distanciamento entre os seus utentes, nas horas de entrega e recolha das crianças". O infantário "tem, igualmente, implementado, desde setembro de 2020, um Plano de Higiene e Segurança Covid-19, sob orientação da Safe Madeira e realiza periodicamente exames médicos a todas as suas funcionárias no âmbito da Medicina do Trabalho. Tem igualmente em vigor o Plano de Higiene e Segurança no Trabalho e o HACCP (Higiene e Segurança Alimentar).  "Estes planos pretendem ser um veículo preventivo no combate a todo e qualquer problema de saúde que possa vir a afetar as crianças, respetivas famílias e as funcionárias deste estabelecimento de educação infantil e/ou pôr em risco a saúde pública", conclui a direção.