Iniciativa 'O Funchal Que Nos Une' foi visitar a oficina do Mestre Carlos Rodrigues

A iniciativa 'O Funchal Que Nos Une', as Presidências Abertas da Câmara Municipal do Funchal, passaram pela oficina do artesão madeirense Carlos Jorge Rodrigues. O mestre violeiro, que mostrou-se bastante sensibilizado com a visita do Executivo...

Iniciativa 'O Funchal Que Nos Une' foi visitar a oficina do Mestre Carlos Rodrigues
A iniciativa 'O Funchal Que Nos Une', as Presidências Abertas da Câmara Municipal do Funchal, passaram pela oficina do artesão madeirense Carlos Jorge Rodrigues. O mestre violeiro, que mostrou-se bastante sensibilizado com a visita do Executivo camarário, dedica-se há cerca de 37 anos à construção de instrumentos de corda tradicionais, e ainda que construa qualquer tipo de cordofone, notabilizou-se pelo braguinha, machete, rajão e pela viola de arame. Miguel Silva Gouveia salientou que “é sempre com um brilho nos olhos que venho visitar o cantinho onde trabalha o mestre Carlos, tanto pela simpatia e entusiasmo que sempre nos recebe, mas também pela magia que este espaço cheio de talento oferece, é a casa onde é trabalhada uma arte tão reconhecida por músicos e colecionadores de todo o mundo”. O mestre violeiro Carlos Jorge, era, até bem pouco tempo, o único profissional deste ofício na Região, no entanto, o filho Henrique Rodrigues seguiu-lhe as pisadas, sendo considerado o mais jovem “luthier” da ilha da Madeira.   A Câmara Municipal do Funchal através do seu programa anual de Atribuição de Apoios Financeiros ao Associativismo e Atividades de Interesse Municipal, apoiou, em 2019, a oficina de cordofones do mestre Carlos com cerca de 7 mil euros , “esta é uma atividade artesanal minuciosa, sabemos da importância manter bem viva as nossas raízes e apoiar o que é nosso, e é isso que temos procurado fazer, assumindo na nossa politica a preservação do património material e imaterial da cidade do Funchal”.