Jornadas Madeira 2020: Há necessidade do círculo eleitoral do Porto Santo

Nas jornadas do JM, José Manuel Rodrigues considerou que o tempo lhe veio dar razão, porque sempre defendeu a criação de um círculo eleitoral para a Madeira e um outro para o Porto Santo. “A revisão da Lei Eleitoral da Assembleia Legislativa, em 2006, acabou com os círculos de concelho e o Porto Santo perdeu, correspondentemente, a eleição direta dos seus dois deputados. Na altura defendi que deveria ser criado o círculo da Madeira e o círculo do Porto Santo. A minha ideia não prevaleceu, mas o tempo veio demonstrar essa necessidade”, disse José Manuel Rodrigues. É que, “apesar dos dois maiores partidos, terem deputados escolhidos pelas estruturas da ilha, é completamente diferente uma eleição direta de deputados, já que isso aumentaria a sua legitimidade e o seu estatuto”, justificou. Considera, também, que “deve ser discutida a possibilidade de se criar o Conselho da Ilha do Porto Santo, um órgão consultivo que, a exemplo do que acontece nas ilhas dos Açores, envolvesse os titulares da cargos políticos e autárquicos, representantes das associações empresariais e sindicais, dirigentes das Instituições culturais, desportivas e de Solidariedade Social e de outras organizações representativas das forças vivas do Porto Santo”. “Seria uma forma de fortalecer as vossas posições e opiniões perante os Órgãos de Governo próprio da Região, os órgãos de soberania do Estado Português e a União Europeia”, fundamentou. Da parte da Assembleia Legislativa, lembrou que “já demos um passo para aproximar o Parlamento do Porto Santo, abrindo aqui uma Delegação, onde os Deputados poderão trabalhar e ouvir os seus concidadãos desta ilha, assim como teremos este espaço a funcionar todas as manhãs para receber as revindicações e sugestões dos porto-santenses”. A ideia foi concretizada já neste seu mandata, considerando ser “uma forma de aproximar os eleitos dos eleitores, como é próprio de uma democracia representativa, mas também participativa por parte dos cidadãos”.

Jornadas Madeira 2020: Há necessidade do círculo eleitoral do Porto Santo
Nas jornadas do JM, José Manuel Rodrigues considerou que o tempo lhe veio dar razão, porque sempre defendeu a criação de um círculo eleitoral para a Madeira e um outro para o Porto Santo. “A revisão da Lei Eleitoral da Assembleia Legislativa, em 2006, acabou com os círculos de concelho e o Porto Santo perdeu, correspondentemente, a eleição direta dos seus dois deputados. Na altura defendi que deveria ser criado o círculo da Madeira e o círculo do Porto Santo. A minha ideia não prevaleceu, mas o tempo veio demonstrar essa necessidade”, disse José Manuel Rodrigues. É que, “apesar dos dois maiores partidos, terem deputados escolhidos pelas estruturas da ilha, é completamente diferente uma eleição direta de deputados, já que isso aumentaria a sua legitimidade e o seu estatuto”, justificou. Considera, também, que “deve ser discutida a possibilidade de se criar o Conselho da Ilha do Porto Santo, um órgão consultivo que, a exemplo do que acontece nas ilhas dos Açores, envolvesse os titulares da cargos políticos e autárquicos, representantes das associações empresariais e sindicais, dirigentes das Instituições culturais, desportivas e de Solidariedade Social e de outras organizações representativas das forças vivas do Porto Santo”. “Seria uma forma de fortalecer as vossas posições e opiniões perante os Órgãos de Governo próprio da Região, os órgãos de soberania do Estado Português e a União Europeia”, fundamentou. Da parte da Assembleia Legislativa, lembrou que “já demos um passo para aproximar o Parlamento do Porto Santo, abrindo aqui uma Delegação, onde os Deputados poderão trabalhar e ouvir os seus concidadãos desta ilha, assim como teremos este espaço a funcionar todas as manhãs para receber as revindicações e sugestões dos porto-santenses”. A ideia foi concretizada já neste seu mandata, considerando ser “uma forma de aproximar os eleitos dos eleitores, como é próprio de uma democracia representativa, mas também participativa por parte dos cidadãos”.