Líder do CDS considera “inaceitável” que Governo não explique regresso às aulas

O presidente do CDS-PP considerou hoje “inaceitável” que o Governo ainda não tenha explicado as regras para o próximo ano escolar e defendeu que cada família deve ter “liberdade de escolha” para decidir entre ensino presencial ou digital. Numa nota enviada às redações, Francisco Rodrigues dos Santos acusou o Governo de estar em “serviços mínimos” e, a duas semanas do regresso às aulas, ter decidido “tirar mais uma semana de férias” antes de anunciar as regras para o próximo ano escolar. “Nenhuma família portuguesa sabe quais são as regras para o próximo ano escolar – a incerteza e o receio, esses sim, são a verdadeira situação de contingência em que o Governo mergulhou o país”, criticou. Para o líder democrata-cristão, “é inaceitável que o Governo continue sem explicar como se vai processar o regresso às aulas presenciais, quais as condições de segurança previstas para as mesmas e para as deslocações dos alunos, bem como se podem compatibilizar com as dos trabalhadores nos transportes públicos”. O CDS-PP, explicou, defende que este regresso deve assentar na liberdade de escolha, em dois planos. “Cabe às famílias escolher se o seu educando volta fisicamente à escola ou se frequentará as aulas por via digital”, considerou Rodrigues dos Santos, lembrando que o Governo anunciou em junho um pacote de 400 milhões, que previa a distribuição de equipamentos por alunos, mas do qual “até agora nada se viu”. Por outro lado, o líder do CDS-PP aponta que “cabe às famílias escolher qual o estabelecimento de ensino mais conveniente e seguro para o seu educando frequentar”. “É por isso fundamental celebrar Protocolos de Parceria com escolas do sistema particular e cooperativo, para que se possa ampliar a oferta existente e diluir o número de alunos por mais estabelecimentos de ensino na rede de oferta pública”, afirmou. Na nota, Francisco Rodrigues dos Santos exige ainda ao Governo que defina e anuncie “as regras, os cenários de aprendizagem, os planos de contingência em caso de infeções na escola e o quadro de pessoal docente e não docente para o próximo ano letivo”, sublinhando que “nenhum aluno pode ser deixado para trás”.

Líder do CDS considera “inaceitável” que Governo não explique regresso às aulas
O presidente do CDS-PP considerou hoje “inaceitável” que o Governo ainda não tenha explicado as regras para o próximo ano escolar e defendeu que cada família deve ter “liberdade de escolha” para decidir entre ensino presencial ou digital. Numa nota enviada às redações, Francisco Rodrigues dos Santos acusou o Governo de estar em “serviços mínimos” e, a duas semanas do regresso às aulas, ter decidido “tirar mais uma semana de férias” antes de anunciar as regras para o próximo ano escolar. “Nenhuma família portuguesa sabe quais são as regras para o próximo ano escolar – a incerteza e o receio, esses sim, são a verdadeira situação de contingência em que o Governo mergulhou o país”, criticou. Para o líder democrata-cristão, “é inaceitável que o Governo continue sem explicar como se vai processar o regresso às aulas presenciais, quais as condições de segurança previstas para as mesmas e para as deslocações dos alunos, bem como se podem compatibilizar com as dos trabalhadores nos transportes públicos”. O CDS-PP, explicou, defende que este regresso deve assentar na liberdade de escolha, em dois planos. “Cabe às famílias escolher se o seu educando volta fisicamente à escola ou se frequentará as aulas por via digital”, considerou Rodrigues dos Santos, lembrando que o Governo anunciou em junho um pacote de 400 milhões, que previa a distribuição de equipamentos por alunos, mas do qual “até agora nada se viu”. Por outro lado, o líder do CDS-PP aponta que “cabe às famílias escolher qual o estabelecimento de ensino mais conveniente e seguro para o seu educando frequentar”. “É por isso fundamental celebrar Protocolos de Parceria com escolas do sistema particular e cooperativo, para que se possa ampliar a oferta existente e diluir o número de alunos por mais estabelecimentos de ensino na rede de oferta pública”, afirmou. Na nota, Francisco Rodrigues dos Santos exige ainda ao Governo que defina e anuncie “as regras, os cenários de aprendizagem, os planos de contingência em caso de infeções na escola e o quadro de pessoal docente e não docente para o próximo ano letivo”, sublinhando que “nenhum aluno pode ser deixado para trás”.