Lito Vidigal lembra que dérbi com o Nacional é sempre “difícil e de resultado incerto”

O treinador do Marítimo, Lito Vidigal, anteviu hoje um jogo “difícil e de resultado incerto” frente ao Nacional, que será o seu primeiro dérbi funchalense, no sábado, na sexta ronda da I Liga portuguesa de futebol. “Este é um jogo de cariz especial, um dérbi da Madeira, e nós pensamos da mesma forma, é um jogo difícil, de resultado incerto, mas queremos vencer”, afirmou o treinador, de 51 anos, que sublinha a “importância de se impor cedo no jogo” para poder vencer. Lito Vidigal afirmou estar “tranquilo”, mas assumiu que a conquista dos três pontos é imperativa, por se tratar de um jogo dentro de portas e, acima de tudo, diante de um “adversário direto”. “São sempre jogos muito competitivos, onde qualquer uma das equipas quer vencer. É importante para nós, em casa, a conquista dos três pontos, também por se tratar de um adversário direto”, salientou. O Marítimo chega ao dérbi do Funchal com duas derrotas consecutivas, em casa, frente ao Portimonense (2-1), e, na última jornada, na visita ao reduto do Moreirense (2-1), apresentando seis pontos na classificação, os mesmos do Nacional. “Atendendo às circunstâncias que têm acontecido, acho que estamos bem posicionados. Durante estas jornadas praticamente não repetimos o ‘onze’, já tivemos dois jogos com jogadores expulsos e isso pesa, tivemos de voltar a reformular a equipa, e, claro, a saída de dois jogadores [Nanu e Getterson], que nos obrigaram a readaptar”, apontou o timoneiro dos ‘leões do Almirante Reis’, defendendo que a atitude dos seus jogadores perante as adversidades tem sido “fantástica”. A presença de público no jogo não foi autorizada pelo Governo Regional da Madeira, que decretou nesse sentido a quinta-feira, como medida de prevenção: “É uma pena, o Marítimo é um clube com adeptos presentes que apoiam e ajudam”, observou Lito Vidigal. “No último jogo em casa [Portimonense], se tivéssemos adeptos, os jogadores estariam mais concentrados, ligados e focados e a probabilidade de termos um resultado diferente era muito maior”, desabafou o técnico 'verde rubro', enaltecendo a importância de respeitar as decisões do governo regional. Zainadine, o ‘patrão da defesa' maritimista, está em dúvida para o encontro, após ter contraído uma mialgia na coxa direita. Lito Vidigal disse que só no sábado será decidido se o central moçambicano, peça fundamental do Marítimo, será utilizado. O médio Jean Irmer, é uma ausência garantida, por castigo, após ter sido admoestado com o cartão vermelho em Moreira de Cónegos.  O Marítimo, 11.º classificado, com seis pontos, recebe no sábado o Nacional, 10.º, com os mesmos pontos, a partir das 20:30, em partida relativa à sexta jornada da I Liga portuguesa de futebol, que será arbitrada por Vítor Ferreira, da associação de Braga.

O treinador do Marítimo, Lito Vidigal, anteviu hoje um jogo “difícil e de resultado incerto” frente ao Nacional, que será o seu primeiro dérbi funchalense, no sábado, na sexta ronda da I Liga portuguesa de futebol. “Este é um jogo de cariz especial, um dérbi da Madeira, e nós pensamos da mesma forma, é um jogo difícil, de resultado incerto, mas queremos vencer”, afirmou o treinador, de 51 anos, que sublinha a “importância de se impor cedo no jogo” para poder vencer. Lito Vidigal afirmou estar “tranquilo”, mas assumiu que a conquista dos três pontos é imperativa, por se tratar de um jogo dentro de portas e, acima de tudo, diante de um “adversário direto”. “São sempre jogos muito competitivos, onde qualquer uma das equipas quer vencer. É importante para nós, em casa, a conquista dos três pontos, também por se tratar de um adversário direto”, salientou. O Marítimo chega ao dérbi do Funchal com duas derrotas consecutivas, em casa, frente ao Portimonense (2-1), e, na última jornada, na visita ao reduto do Moreirense (2-1), apresentando seis pontos na classificação, os mesmos do Nacional. “Atendendo às circunstâncias que têm acontecido, acho que estamos bem posicionados. Durante estas jornadas praticamente não repetimos o ‘onze’, já tivemos dois jogos com jogadores expulsos e isso pesa, tivemos de voltar a reformular a equipa, e, claro, a saída de dois jogadores [Nanu e Getterson], que nos obrigaram a readaptar”, apontou o timoneiro dos ‘leões do Almirante Reis’, defendendo que a atitude dos seus jogadores perante as adversidades tem sido “fantástica”. A presença de público no jogo não foi autorizada pelo Governo Regional da Madeira, que decretou nesse sentido a quinta-feira, como medida de prevenção: “É uma pena, o Marítimo é um clube com adeptos presentes que apoiam e ajudam”, observou Lito Vidigal. “No último jogo em casa [Portimonense], se tivéssemos adeptos, os jogadores estariam mais concentrados, ligados e focados e a probabilidade de termos um resultado diferente era muito maior”, desabafou o técnico 'verde rubro', enaltecendo a importância de respeitar as decisões do governo regional. Zainadine, o ‘patrão da defesa' maritimista, está em dúvida para o encontro, após ter contraído uma mialgia na coxa direita. Lito Vidigal disse que só no sábado será decidido se o central moçambicano, peça fundamental do Marítimo, será utilizado. O médio Jean Irmer, é uma ausência garantida, por castigo, após ter sido admoestado com o cartão vermelho em Moreira de Cónegos.  O Marítimo, 11.º classificado, com seis pontos, recebe no sábado o Nacional, 10.º, com os mesmos pontos, a partir das 20:30, em partida relativa à sexta jornada da I Liga portuguesa de futebol, que será arbitrada por Vítor Ferreira, da associação de Braga.