Los Teques: Santuário de Fátima vai esperar mais um ano (c/ vídeo)

Nelson Nunes, um dos principais impulsionadores da construção do Santuário de Fátima em Carrizal, afirma ao JM que a conclusão do projeto demorará mais um ano do que o previsto.  Nos Altos Mirandinos, a construção do Santuário de Fátima continua...

Los Teques: Santuário de Fátima vai esperar mais um ano (c/ vídeo)
Nelson Nunes, um dos principais impulsionadores da construção do Santuário de Fátima em Carrizal, afirma ao JM que a conclusão do projeto demorará mais um ano do que o previsto.  Nos Altos Mirandinos, a construção do Santuário de Fátima continua a marcar passo. O gigantesco projeto, equiparável à devoção da comunidade à Virgem de Fátima, continua em ‘stand by’ como reflexo da conjuntura político-social da Venezuela.  O atraso na conclusão do ambicioso projeto tem a ver com a falta de recursos e a uma série de imprevistos que a situação no país agrava a cada dia. O empresário Nelson Nunes, que lidera a movimentação para que a obra chegue ao fim, fez o ponto da situação ao secretário Jorge Carvalho.  “Para além da falta de materiais necessários, é verdade que os recursos também já estão a faltar”, salientou Nelson Nunes durante a visita efectuada ao espaço, onde já se celebram missas e se realizam diversas cerimónias religiosas para a população portuguesa de Los Teques. O empresário estima que a obra sofra um atraso entre um ano e um ano e meio. A parte mais atrasada é a dos vitrais, já que essa componente tem sofrido diversas alterações. Outra parte substancial tem a ver com os mármores, sobretudo a parte desse material que se partiu no envio. “Estamos agora à procura desse material, ao mesmo tempo que falta acabar a Casa Paroquial.” Posando para o JM ao lado da gigantesca imagem de Nossa Senhora de Fátima - ainda encaixotada e com oito metros de altura - Nelson Nunes confessa não acreditar noutras soluções. “Acredito que acabar este projeto depende apenas dos 12 empresários que têm apoiado a obra desde o início”, disse, acreditando que isso seja possível ainda durante o próximo ano. Mais detalhes na edição impressa JM desta terça-feira.