Lourdes Castro ficará sepultada junto ao marido em São Martinho

As cerimónias fúnebres da artista plástica madeirense Lourdes Castro, que morreu aos 91 anos no sábado na Madeira, decorrem na segunda-feira, no cemitério de São Martinho, no Funchal, disse fonte familiar. O sobrinho da artista Nuno Brazão indicou à agência Lusa que as cerimónias decorrem pelas 14h00, com a missa de corpo presente, e que Lourdes Castro será enterrada na campa de família, junto ao corpo do marido Manuel Zimbro, “como era seu desejo”. “A cerimónia vai decorrer sem protocolo” em termos de receção de entidades e “sem os habituais cumprimentos à família, devido às medidas implementadas na sequência da pandemia da covid-19” Lourdes Castro nasceu a 9 de dezembro de 1930, no Funchal, Madeira, onde se fixou em permanência em 1983, depois de ter vivido em Lisboa, onde se formou em Pintura (1956), em Munique e Paris. Na capital francesa, fundou a revista “KWY” (1958-1963), com René Bertholo, que congregou os artistas Jan Voss, Christo Javacheff, Costa Pinheiro, Gonçalo Duarte, José Escada e João Vieira. Está representada em coleções nacionais e estrangeiras, públicas e privadas, destacando-se as do Victoria and Albert Museum, em Londres, do Museu de Arte Contemporânea de Belgrado, da Fundação de Serralves e da Fundação Gulbenkian, que fizeram retrospetivas da sua obra, e a Coleção de Arte Contemporânea do Estado. Em 2020, o Ministério da Cultura atribuiu-lhe a Medalha de Mérito Cultural. Em junho passado, foi condecorada pelo Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, com a Ordem Militar de Sant’Iago da Espada.    

Lourdes Castro ficará sepultada junto ao marido em São Martinho
As cerimónias fúnebres da artista plástica madeirense Lourdes Castro, que morreu aos 91 anos no sábado na Madeira, decorrem na segunda-feira, no cemitério de São Martinho, no Funchal, disse fonte familiar. O sobrinho da artista Nuno Brazão indicou à agência Lusa que as cerimónias decorrem pelas 14h00, com a missa de corpo presente, e que Lourdes Castro será enterrada na campa de família, junto ao corpo do marido Manuel Zimbro, “como era seu desejo”. “A cerimónia vai decorrer sem protocolo” em termos de receção de entidades e “sem os habituais cumprimentos à família, devido às medidas implementadas na sequência da pandemia da covid-19” Lourdes Castro nasceu a 9 de dezembro de 1930, no Funchal, Madeira, onde se fixou em permanência em 1983, depois de ter vivido em Lisboa, onde se formou em Pintura (1956), em Munique e Paris. Na capital francesa, fundou a revista “KWY” (1958-1963), com René Bertholo, que congregou os artistas Jan Voss, Christo Javacheff, Costa Pinheiro, Gonçalo Duarte, José Escada e João Vieira. Está representada em coleções nacionais e estrangeiras, públicas e privadas, destacando-se as do Victoria and Albert Museum, em Londres, do Museu de Arte Contemporânea de Belgrado, da Fundação de Serralves e da Fundação Gulbenkian, que fizeram retrospetivas da sua obra, e a Coleção de Arte Contemporânea do Estado. Em 2020, o Ministério da Cultura atribuiu-lhe a Medalha de Mérito Cultural. Em junho passado, foi condecorada pelo Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, com a Ordem Militar de Sant’Iago da Espada.