Madeirenses dão prioridade a destinos turísticos com mais segurança sanitária

Um inquérito feito pela Associação de Promoção da Madeira a nível regional revelou que a higiene e a escolha por destinos que souberam lidar com a crise do Covid-19, estão agora entre as preferências dos madeirenses. Segundo um estudo publicado hoje pela Bloom Consulting, citado pela APM em comunicado, o medo é a maior ameaça ao turismo, uma vez que sair de casa é visto com o risco de vir a ser contaminado pelo vírus. Este estudo baseou-se num inquérito a um universo de 4 mil pessoas com mais de 18 anos, em 47 países, sobre o impacto da covid-19 na indústria turística. 64% dos inquiridos que afirmaram não estarem prontos para viajar, disseram que de deve ao sentimento de insegurança. O mesmo estudo revela ainda alterações às preferências, uma vez que 70% da amostra assume a escolha de um destino diferente devido a esta crise. O que costumava ser uma decisão emotiva e relacionada com os produtos turísticos, está agora muito mais ligada à forma como a crise foi gerida pelos governos. A nível regional, o inquérito feito pela Associação de Promoção da Madeira, entre 29 de abril e 6 de maio, que avaliou o potencial do turismo interno na Região Autónoma da Madeira, revelou que a higiene e a escolha por destinos que souberam lidar com a crise da covid-19, estão agora entre as preferências dos madeirenses. No top dessas prioridades, 18,9% dos inquiridos passou a valorizar destinos que ofereçam programas de higienização, enquanto 15% apontam para uma valorização a destinos que melhor geriram a situação do vírus. Este inquérito, que teve também por objetivo recolher informação entre os madeirenses, para o novo posicionamento da Marca Madeira, diz-nos também que 7,3% dos inquiridos recomendam posicionar a Madeira como destino seguro. Também o sector turístico na região reconhece a importância da segurança sanitária. De acordo com um inquérito levado este mês a cabo pela Direção Regional de Turismo, a 163 alojamentos turísticos, 75% classifica a Certificação Internacional de boas práticas na gestão de riscos biológicos na RAM como relevante ou muito relevante para a sua atividade. Nuno Vale, diretor executivo da APM afirma que "todos estes resultados demonstram que existe uma preocupação generalizada pela imagem de segurança do destino, do público em geral residente na região aos empresários do turismo, e é esta preocupação que será um trunfo da região ao posicionar-se internacionalmente como destino seguro." Uma grande diversidade de empresas já começou a manifestar o seu interesse na implementação da certificação internacional de boas práticas na gestão de riscos biológicos, desde os empreendimentos turísticos como os hotéis do Grupo Pestana e do Grupo Porto Bay, às empresas de alojamento local e de turismo rural, como sejam as casas da Levada e as casas da Vereda ou empresas de animação turística como a Rota dos Cetáceos. Assim como o Restaurante Sabores do Curral, na área da restauração.

Um inquérito feito pela Associação de Promoção da Madeira a nível regional revelou que a higiene e a escolha por destinos que souberam lidar com a crise do Covid-19, estão agora entre as preferências dos madeirenses. Segundo um estudo publicado hoje pela Bloom Consulting, citado pela APM em comunicado, o medo é a maior ameaça ao turismo, uma vez que sair de casa é visto com o risco de vir a ser contaminado pelo vírus. Este estudo baseou-se num inquérito a um universo de 4 mil pessoas com mais de 18 anos, em 47 países, sobre o impacto da covid-19 na indústria turística. 64% dos inquiridos que afirmaram não estarem prontos para viajar, disseram que de deve ao sentimento de insegurança. O mesmo estudo revela ainda alterações às preferências, uma vez que 70% da amostra assume a escolha de um destino diferente devido a esta crise. O que costumava ser uma decisão emotiva e relacionada com os produtos turísticos, está agora muito mais ligada à forma como a crise foi gerida pelos governos. A nível regional, o inquérito feito pela Associação de Promoção da Madeira, entre 29 de abril e 6 de maio, que avaliou o potencial do turismo interno na Região Autónoma da Madeira, revelou que a higiene e a escolha por destinos que souberam lidar com a crise da covid-19, estão agora entre as preferências dos madeirenses. No top dessas prioridades, 18,9% dos inquiridos passou a valorizar destinos que ofereçam programas de higienização, enquanto 15% apontam para uma valorização a destinos que melhor geriram a situação do vírus. Este inquérito, que teve também por objetivo recolher informação entre os madeirenses, para o novo posicionamento da Marca Madeira, diz-nos também que 7,3% dos inquiridos recomendam posicionar a Madeira como destino seguro. Também o sector turístico na região reconhece a importância da segurança sanitária. De acordo com um inquérito levado este mês a cabo pela Direção Regional de Turismo, a 163 alojamentos turísticos, 75% classifica a Certificação Internacional de boas práticas na gestão de riscos biológicos na RAM como relevante ou muito relevante para a sua atividade. Nuno Vale, diretor executivo da APM afirma que "todos estes resultados demonstram que existe uma preocupação generalizada pela imagem de segurança do destino, do público em geral residente na região aos empresários do turismo, e é esta preocupação que será um trunfo da região ao posicionar-se internacionalmente como destino seguro." Uma grande diversidade de empresas já começou a manifestar o seu interesse na implementação da certificação internacional de boas práticas na gestão de riscos biológicos, desde os empreendimentos turísticos como os hotéis do Grupo Pestana e do Grupo Porto Bay, às empresas de alojamento local e de turismo rural, como sejam as casas da Levada e as casas da Vereda ou empresas de animação turística como a Rota dos Cetáceos. Assim como o Restaurante Sabores do Curral, na área da restauração.