Madrasta de Valentina sofria de violência doméstica

De acordo com o pai de Márcia, madrasta de Valentina, de 9 anos, a filha sofria de violência doméstica, tendo sido esta a razão pela qual permaneceu em silêncio e não denunciou a morte da menina às autoridades. A revelação foi feita pelo próprio progenitor ao Correio da Manhã. “Sempre teve medo dele, por isso não o denunciou”, disse. “O Sandro sempre ameaçou que fazia mal ao meu neto, o único que não era filho dele. Sempre bateu na minha filha, partia tudo em casa, não a deixava falar com ninguém”, acrescentou, reiterando que Sandro sempre manipulou Márcia. “Ele não se imagina a viver sem ela. Era uma obsessão. Mais do que os filhos, tinha medo que a Márcia o deixasse”. Segundo este progenitor, na casa do casal não existiam fotografias de Valentina, que também não tinha direito a um quarto. A jovem, que foi brutalmente escapada pelo pai Sandro, dormia no sofá, onde acabou por falecer. Os pais de Márcia vivem na Bélgica e souberam do desaparecimento de Valentina através da televisão, tendo a mãe sido internada quando percebeu que a filha era coautora do homicídio da enteada. Recorde-se que o Sandro e Márcia começam a ser julgados esta quarta-feira, em Leiria, pelo assassinato de Valentina, que morreu por espancamento.    

Madrasta de Valentina sofria de violência doméstica
De acordo com o pai de Márcia, madrasta de Valentina, de 9 anos, a filha sofria de violência doméstica, tendo sido esta a razão pela qual permaneceu em silêncio e não denunciou a morte da menina às autoridades. A revelação foi feita pelo próprio progenitor ao Correio da Manhã. “Sempre teve medo dele, por isso não o denunciou”, disse. “O Sandro sempre ameaçou que fazia mal ao meu neto, o único que não era filho dele. Sempre bateu na minha filha, partia tudo em casa, não a deixava falar com ninguém”, acrescentou, reiterando que Sandro sempre manipulou Márcia. “Ele não se imagina a viver sem ela. Era uma obsessão. Mais do que os filhos, tinha medo que a Márcia o deixasse”. Segundo este progenitor, na casa do casal não existiam fotografias de Valentina, que também não tinha direito a um quarto. A jovem, que foi brutalmente escapada pelo pai Sandro, dormia no sofá, onde acabou por falecer. Os pais de Márcia vivem na Bélgica e souberam do desaparecimento de Valentina através da televisão, tendo a mãe sido internada quando percebeu que a filha era coautora do homicídio da enteada. Recorde-se que o Sandro e Márcia começam a ser julgados esta quarta-feira, em Leiria, pelo assassinato de Valentina, que morreu por espancamento.