Mais Porto Santo acusa PS de plágio

O Mais Porto Santo num comunicado enviado ao JM, informou que foi aprovado o orçamento municipal para 2020 da Câmara do Porto Santo, no valor de 4,8 milhões de euros, uma vez que viu garantidas e incluídas importantes propostas que apresentou....

Mais Porto Santo acusa PS de plágio
O Mais Porto Santo num comunicado enviado ao JM, informou que foi aprovado o orçamento municipal para 2020 da Câmara do Porto Santo, no valor de 4,8 milhões de euros, uma vez que viu garantidas e incluídas importantes propostas que apresentou. "Ao contrário do PS, que apenas se limitou a votar contra o orçamento, sem se dignar a apresentar soluções e/ou propostas que valorizem e beneficiem a vida dos porto-santenses, o nosso movimento de cidadãos independentes fez questão de contribuir com várias moções, que fez questão de apresentar em reunião pública de câmara, que resultou no abandono da sala por parte dos socialistas, numa clara afronta à democracia, que só se explica com o facto de, provavelmente, estarem envergonhados por não terem apresentado qualquer tipo de ideias", vinca o vereador José António Castro. "Neste processo lamentável, que apenas caracteriza e identifica a forma de estar do PS no Porto Santo, cujo mero objetivo é tão-somente o voto do povo em atos eleitorais, o Mais Porto Santo apenas retém que depois de não ter contribuído com qualquer ideia para o futuro da Ilha, o eleito deputado para a Assembleia Legislativa da Madeira, sr.º Miguel Brito, lembrou-se de dizer que o subsídio de mobilidade deve ser garantido durante todo o ano, algo que sempre defendemos, desde a primeira hora, sem que os socialistas tenham alguma vez apoiado a iniciativa", lamenta o vereador na mesma nota. Registe-se que entre as propostas que foram contempladas no orçamento, o Mais Porto Santo destaca a implementação da taxa de dormida já no próximo ano, de modo a incluir as receitas daí advindas, no reforço aos apoios à ação social; a celebração de protocolos com Instituições Privadas de Saúde, colaborando na cedência de espaços ou outros apoios a ter em conta, de modo a proporcionar um melhor acesso à assistência médica a todos os Porto-santenses, sem que tenham a necessidade de se deslocar à ilha da Madeira; o financiamento dos Passes Sociais (assumindo 50% dos custos), tendo em conta os escalões atribuídos a cada estudante a elaboração de um plano Municipal Anual de turismo, comércio, indústria, cultura, natureza e desporto, tendo em conta a atribuição de licenças sazonais nos vários domínios não esquecendo a concessão das praias, eventos, bares, animação e natureza, entre outras. O Mais Porto Santo revela ainda a importância relacionada com os transportes aéreos e marítimos. Nesse sentido, o município do Porto da Santo foi desafiado a promover reuniões com a companhia Binter para a urgente adequação das viagens às necessidades e realidades dos porto-santenses; a lutar pelo Bilhete Integrado de Avião nas rotas Pxo/Fnc/Lis/Fnc/Pxo, com o exterior, e a continuar a trabalhar para a Isenção de taxas aeroportuárias. Em relação aos transportes marítimos, o movimento Mais Porto Santo desafiou o município do Porto da Santo a garantir, junto dos operadores, a redução do custo das mercadorias entre continente e o Porto Santo, e o Funchal e o Porto Santo, e a ser empreendedor na questão da reposição do barco em janeiro.